sexta-feira, 8 de junho de 2012
O céu existe mesmo
terça-feira, 1 de maio de 2012
1 de maio - Dia do Trabalhador - dia de descanso
quinta-feira, 26 de abril de 2012
25 de abril
domingo, 8 de abril de 2012
Jesus Cristo
Admiro muitos seres humanos que já existiram e que existem ainda sobre a Terra.
Entre essas pessoas, eu admiro em particular a pessoa de Jesus Cristo em primeiro lugar, porque acredito que ele é o verdadeiro filho de Deus que veio ao mundo e morreu na Cruz às mãos dos malfeitores para nos salvar, desde que acreditássemos nele. Depois admiro-o enquanto homem, porque
Jesus trouxe ao mundo uma nova esperança, trouxe-nos uma nova filosofia de vida.
Ele curou os enfermos, deu vista aos cegos e fez andar os paralíticos, expulsou os demónios,perduou à prostituta, comeu com os pecadores, escolheu como apóstolos simples pescadores, transformou a água em vinho num casamento em Canaã e multiplicou os pães e os peixes, dividindo-os por todos para que todos ficassem saceados, após terem ouvido o seu sermão.
Jesus deu a vida de modo voluntário por nós. Ele é o rei da glória.
A todos os que não crêem em Cristo, se um dia o descobrirem ficarão muito felizes. Eu descobriu-o ainda em adolescente, ainda vacilei na fé durante algum tempo, mas continuo a acreditar nele e a admirá-lo enquanto homem que foi e enquanto Deus que é junto do pai celestial.
Se todos nós fôssemos vinte por cento tão bons como Jesus foi e se os nossos governantes e senhores do dinheiro fossem dez ou vinte por cento como Jesus, o mundo estaria bem melhor e não viveríamos em tantas tribulações e tristezas, onde impera a injustiça, a discórdia, o ódio, a intolerância e a opressão.
segunda-feira, 19 de março de 2012
Aborto
Um dos temas de grande discussão há anos atrás foi o aborto. Uns dizem ser radicalmente contra porque defendem a vida, porque é pecado, porque Deus não quer, porque é um ato que não se deve cometer, por isso não deve ser livre, nem praticado em hospitais públicos. Outros dizem que o aborto deve ser livre, porque é um direito de opção das mulheres.
Eu votei contra no referendo de 1998 e não votei em 2007, por estar a trabalhar longe.
Por um lado, não fazia sentido a perseguição às mulheres que faziam aborto, até porque a maioria das que o faziam, muitas delas no estrangeiro, nunca lhes acontecia nada. Além disso, havia muita gente a ganhar com o aborto clandestino: parteiras, enfermeiras, médicos, clínicas privadas, etc.
Eu sou contra ao aborto, mas não contra à liberalização.
sou favorável à liberalização, porque cada um deve ser responsável pelo que faz nesta vida, além disso havia aborto clandestino e outras mulheres iam ao estrangeiro; também havia muita gente a ganhar com o aborto clandestino. Porém sou contra ao facto de se dier que as mulheres é que sabem, sem ser pela inseminação artfeficial, nenhuma mulher engravida sem um homem e após o nascimento, o pai é logo responsabiliado e chamado.
Sou contra ao ato do aborto não só, porque tive uma educação conservadora e católica, continuando, apesar de mais afastado a respeitar na medida do possível a doutrina da Igreja que me viu crescer e a acreditar em Deus.
Mas sou contra, sobreduto porque é destruir uma vida. A ciência vei comprovar o que a religião dizia à séculos, existe vida após o momento da conseção. Se acham que isso é treta, então vejam as ecografias e se forem sensiíveis mudam de opinião.
Sou contra por razões de inclusão. Sou uma pessoa com deficiência visual e apesar de muitas vezes ser incompreendido e injustiçad pela sociedade gosto de cá andar e todos têm direito à vida.
Só concordo com o aborto eugénico em situações graves de inviabilidade do feto, risco de morte da mulher ou caso se prove que nascerá com uma deficiência tão grave que a qualidade de vida, a autonomia ou o tempo de vida são muito baixos.
Hoje, já nem deveria fazer sentido o aborto, porque existem imensos métodos contraceptivos que permitem evitar a conepção. O aborto é sempre ou deveria ser um último e trágico desfecho para uma gravidez e nunca a norma para quando não se quer ter um filho indesejado.
Conclu9ndo, sou contra ao ato do aborto por diversas razões, neste momento mais por motivos científicos e de inclusão do que por motivos morais ou religiosos, muito embora estes motivos não sejam desprezíveis para mim.
O que se deveria era apostar na vida, dar mais condições aos trabalhadores que queiram ter filhos e não este neoliberalismo cego que só vê a parte económica, o trabalho desregulado e a exploração, depois admiram-se das pessoas não quererem ter filhos e muitas vezes recorrerem ao aborto.
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
Inclusão
Um dos assuntos que me é mais caro é a inclusão, a par da cultura e de ciências religiosas.
Todos nós sabemos que ao longo da história sempre houve exclusão dos mais fracos, pessoas com deficiência, escravatura daqueles que se dizia pertencerem a "uma raça inferior", etc.
No entanto, estamos no 3º. milénio, temos de aprender alguma coisa com a história e os erros da humanidade em épocas anteriores.
A A inclusão significa que, independentemente da etnia, situação económica, credo religioso, opções políticas, etc. todos têm direito a fazer parte da sociedade, trabalhaqndo para o bem comum em situação de equidade. Todos os autores referem inclusão mais ou menos da maneira como referi.
A inclusão começa na escola, onde todos os meninos, independentemente da sua raça, origem social ou pelo facto de terem ou não uma deficiência, devem estar na mesma escola, a do seu bairro, freguesia, concelho e na mesma sala deaula, cabendo aos professores fazer pedagogia diferenciada.
Muita gente tem atitudes contrárias à inclusão ou até a rejeita, continuando com velhos e arcaicos argumentos, felizmente já ultrapassados.
Eu defendo a inclusão como um caminho para a igualdade entre os seres humanos e para a paz. No entanto, como também tenho uma deficiência sei dar o valor à inclusão e sei o que custa a discriminação e o preconcdeito. Por sentir na pele a exclusão e ver outros seres humanos à nossa volta a serem rejeitados por tere3m uma deficiência ou serem de outra cor é que eu decidi estudar a inclusão.
Estou a desenvolver um mestrado uma dissertação de mestrado e preparo já material para futuros artigos científicos sobre o mesmo assunto, porque muito embora outras pessoas possam contribuir para a inclusão, muitas aproveitam-se dela só para ganhar dinheiro e ocupar postos de trabalho nas escolas universidades, IPSS, centros de reabilitação, etc. Felizmente, estou a fazer mestrado numa instituição dd de ensino superior - a Faculdade de Motricidade Humana oude as pessoas com deficiência são bem trata tratadas e onde parece não haver discriminação por parte dos docentes de lá, aliás estão sensibilizados para o problema.
Muitos interrogam-se se valerá a pena falar de inclusão com este neoliberalismo que está aí. Pois, eu julgo que sim, até porque é um tema recente, a legislação que suporta a inclusão continua de ´pé, por isso há que acreditar, até porque Portugal irá à bancarrrota tal como a Grécia, mas depois do caos vem a ordem e Portugal recomeçará do zero, já fora do euro e talvez da União Europeia, irá encontrar novos mercados e novas formas de atividade económica e começará a crescer progressivamente e iremos sair da crise todos juntos, não só alguns, por isso vale a pena falar desse tempo que aí virá e de uma futura sociedade mais justa e mais solida´ria.
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Um abraço aos gregos
A Grécia tem um papel fundamental na história, quer por ter sido o bero da democracia, da filosofia, poesia, etc. O grupo Bilderberg, um dos grupos que falei por diversas vezes no meu blog e que tem fortes ligações à maçonaria internacional, aos bancos e ao mundo da política escolheu a Grécia para iniciar a sua ordem mundial.
eles nunca gostaram dos gregos, porque é um povo anarquista e difícil de controlar, por isso, e segundo eles, tinha-se de pisar bem fundo para destruir o seu orgulho, a sua cultura, a sua língua, a sua religião, em fim a sua identidade.
Alguns banqueiros ajudaram os políticos gregos a esconder as cntas públicas, na altura da entrada no euro. Agora o país está quase na bancarrota e pediu nova ajuda, mas de nada vai valer, a grécia irá falir, irá sair do euro e depois será a escravatura total, um trabalho sem a mínima regulamentação, salários muitos baixos, desemprego, miséria, fome, etc.
É isso que os capitalistas mundiais estão a fazer, agora à Grécia, mas daqui por pouco tempo a Itália, Espanha e ao nosso Portugal.
O recente acordo de concertação social que o governo assinou com as organizações patronais com a benção especial da UGT visam desregulamentar ao máximo o trabalho, tornando-o precário e mal-pago, este será o início do fim não do emprego ara toda a vida, mas de uma forma de escravatura e de incerteza permanente para que as pessoas não tenham sequer domínio sobre si próprias.
Ainda em relação à Grécia, a violência que se registou esta tarde é compreensível, não por eu defender a violência, mas se se esgotam as formas de diálogo, e outras formas de luta e o desespero se apodera de uma pessoa, as pessoas podem entrar em desespero e agredir, incendiar, destruir, etc. é condenável, mas compreende-se em situações limite e a culpa é dos agiotas e dos políticos gregos e não só que não souberam lidar com a situação e fizeram tudo para que se chegasse a este ponto.
Um abraço para os irmãos gregos.
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