Les Enfants Terribles é uma livraria da Chiado Editora localizada na subcave do cinema King, Rua Bulhão Pato em Lisboa, ao lado do teatro Maria Matos e próximo da Av. de Roma.
É um espaço sossegado, agradável, confortável que convida à reflexão, tem um pequeno bar e todos os livros da Chiado Editora e alguns de outras editoras.
Foi lá que tive o prazer de lanaçr o meu 5.º livro e espero poder lá voltar para lançar mais livros, beber um copo ou comprar livros.
Aconselho qualquer pessoa a visitar aquele local e certamente que encontrará um espaço diferente dos espaços frios, labirínticos e descaraterizados que predominam aí pelos Centros Comerciais que povoam este país em crise e à beira da implosão.
O meu quinto livro já está à venda nas livrarias, incluindo as grandes cadeias comerciais, site da editora e eu também possuo exemplares, pelo que poderão contatar-me pelo e-mail: luismferreira@leirianet.pt ou para a seguinte morada:
Luís Ferreira
Apartado 1050
Estação de correios de Santana
2400-221 LEIRIA
Para Portugal, vendo o livro ao preço de 13€ sem acrescerem desopesas de envio e pode ir autografado e com fatura.
Para o estrangeiro aos 13€, acrescdem 2€ para despesas de envio.
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
sábado, 17 de setembro de 2011
O Político X

Convite
Convido V. Exª. Para o lançamento do meu 5º. Livro, O Político X, no próximo dia 24 de setembro, sábado, pelas 19 Horas, na livraria/bar: Les enfants Terribles, no cinema King, rua Bulhão Pato nº. 1 – Lisboa ao lado do Teatro Maria Matos, junto à Av. De Roma.
A apresentação da obra e do autor será feita pela Drª. Paula Ferraz
Compareça e traga um amigo.
O Político X dé um romance de Luís Ferreira publicado pela Chiado Editora.
Sinopse: O primeiro-ministro de Miranda, Terêncio José, alterou a Lei de Finanças Regionais a fim de cortar o orçamento a transferir anualmente para a ilha de Marinha.
O Presidente do Governo Regional daquela ilha, Xavier, protestou por todos os meios contra à atitude do primeiro-ministro.
As rivalidades entre políticos e entre as duas popu lações foi crescendo até ao dia em que…
Ao ler este livro, o/a leitor/a poderá refletir sobre a atitude de muitos políticos em Portugal e no mundo, as suas ligações perigosas ao mundo económico e financeiro, o que é determinado de forma obscura para esmagar as populações, a corrupção e o sofrimento a que os políticos muitas vezes nos obrigam.
Para mais informações, consulte o site: www.luismferreira.no.comunidades.net ou o blogue: www.daescritaaleitura.blogspot.com
Luís Ferreira
Julguem Alberto João
Tal como há alguns dias defendi neste blogue o julgamento e prisão de José Socrates por ter levado o país à ruína, agora defendo o julgamento e a punição de Alberto João e seus comparsas por terem levado a Região Autónoma da Madeira à ruína. Não podemos permitir que os políticos e outros cidadãos que se julgam de primeira como foram esses banqueiros do BPN (Oliveira e Costa, Dias Loureiro)ou outros que tais.
Enquanto em Portugal não forem punidos esses senhores que se julgam deuses e acima da lei não haverá justiça, paz social e democracia.
O lugar de Alberto João é na cadeia e não andar de comício em comício a abrir aboca para dizer coisa nenhuma.
Espero que os madeirenses desta vez mudem de atitude e apliquem um severo castigo a Alberto João Jardim e aos seus seguidores. A Madeira não desaparecerá nem o mundo acabará se Alberto João e o seu PSD-Madeira perderem. Além disso para fazer o que Alberto João e os seus seguidores fizeram, há muita gente que faria igual, talvez até o conseguisse fazer.
Enquanto em Portugal não forem punidos esses senhores que se julgam deuses e acima da lei não haverá justiça, paz social e democracia.
O lugar de Alberto João é na cadeia e não andar de comício em comício a abrir aboca para dizer coisa nenhuma.
Espero que os madeirenses desta vez mudem de atitude e apliquem um severo castigo a Alberto João Jardim e aos seus seguidores. A Madeira não desaparecerá nem o mundo acabará se Alberto João e o seu PSD-Madeira perderem. Além disso para fazer o que Alberto João e os seus seguidores fizeram, há muita gente que faria igual, talvez até o conseguisse fazer.
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Julguem Alberto João Jardim
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
A sociedade em rede
A sociedade em rede é um livro da autoria do sociólogo espanho, nascido em 1942, Manuel Castells.
Neste livro, cuja edição que li é de finais de 1999, Castells apresenta o conceito de capitalismo informacional.
A evolução histórica da sociedade apresenta vários momentos, dos quais o autor destaca a fase anterior à Revolução Industrial, a Revolução Industrial e a Revolução da Informação.
Segundo Castells a tecnologia tem um papel determinante no capitalismo moderno e na evolução dos tempos atuais em conjugação com os mercados finaceiros.
A tecnologia foi apontada por este autor como uma das causas da queda do comunismo, do nascimento de grandes grupos económicos multinacionais, bem como da globalização. O autor fala ainda da emergência da China e do poder dos mercados financeiros.
Apesar do livro já ter mais de uma década é importante para podermos compreender o que se está a passar no mundo nos dias de hoje, incluindon na Europa.
Neste livro, cuja edição que li é de finais de 1999, Castells apresenta o conceito de capitalismo informacional.
A evolução histórica da sociedade apresenta vários momentos, dos quais o autor destaca a fase anterior à Revolução Industrial, a Revolução Industrial e a Revolução da Informação.
Segundo Castells a tecnologia tem um papel determinante no capitalismo moderno e na evolução dos tempos atuais em conjugação com os mercados finaceiros.
A tecnologia foi apontada por este autor como uma das causas da queda do comunismo, do nascimento de grandes grupos económicos multinacionais, bem como da globalização. O autor fala ainda da emergência da China e do poder dos mercados financeiros.
Apesar do livro já ter mais de uma década é importante para podermos compreender o que se está a passar no mundo nos dias de hoje, incluindon na Europa.
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A sociedade em rede
sábado, 27 de agosto de 2011
Imposto sobre as fortunas
À semelhança de muita gente, eu sempre defendi que as pessoas com as maiores fortunas e com um património elevado deveriam pagar impostos.
No entanto, os sucessivos governos em Portugal e na generalidade dos países sempre protegeram essas pessoas ilibando-as de pagarem impostos, o argumento e que elas poderiam criar riqueza e postos de trabalho se investissem esse dinheiro ou então era o fantasma da fuga de capitais.
Depois da Europa e dos Estados Unidos da América terem chegado ao ponto é que estão e de alguns multimilionários nos Estados Unidos e em França virem exigir é que os governos estão a repor a justiça que nunca foi feita.
Em Portugal, os mais ricos dizem que são simples assalariados, argumentam que isso não faz sentido, esquecendo-se que foram eles quem mais ganharam ao longo dos anos com a isenção de impostos e com os investimentos que fizeram. Esses senhores esquecem também que foram eles que em primeiro lugar deram a receita para aquilo que os governos fizeram e que levaram a este estado decadente e cheio de pobres, famintos e mendigos.
Está na hora, ainda bem que os diversos partidos politicos, o Presidente da república e agora o governo pensam seriamente no assunto. É certo que isso não irá resolver os problemas sociais, nem o problema do deficce público ou da dívida astronómica do Estado, mas poderão contribuir, aliviando um pouco ou impedindo que mais sacrifícos sejam pedidos a quem já não pode pagar mais.
Afinal em que é que os homens e as mulheres ricos em dinheiro e/ou património são mais do que nós para estarem livres de impostos? Eles são cidadãos como nós, portugueses e iguais em dignidade, direitos e deveres.
No entanto, os sucessivos governos em Portugal e na generalidade dos países sempre protegeram essas pessoas ilibando-as de pagarem impostos, o argumento e que elas poderiam criar riqueza e postos de trabalho se investissem esse dinheiro ou então era o fantasma da fuga de capitais.
Depois da Europa e dos Estados Unidos da América terem chegado ao ponto é que estão e de alguns multimilionários nos Estados Unidos e em França virem exigir é que os governos estão a repor a justiça que nunca foi feita.
Em Portugal, os mais ricos dizem que são simples assalariados, argumentam que isso não faz sentido, esquecendo-se que foram eles quem mais ganharam ao longo dos anos com a isenção de impostos e com os investimentos que fizeram. Esses senhores esquecem também que foram eles que em primeiro lugar deram a receita para aquilo que os governos fizeram e que levaram a este estado decadente e cheio de pobres, famintos e mendigos.
Está na hora, ainda bem que os diversos partidos politicos, o Presidente da república e agora o governo pensam seriamente no assunto. É certo que isso não irá resolver os problemas sociais, nem o problema do deficce público ou da dívida astronómica do Estado, mas poderão contribuir, aliviando um pouco ou impedindo que mais sacrifícos sejam pedidos a quem já não pode pagar mais.
Afinal em que é que os homens e as mulheres ricos em dinheiro e/ou património são mais do que nós para estarem livres de impostos? Eles são cidadãos como nós, portugueses e iguais em dignidade, direitos e deveres.
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segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Prendam José Sócrates
Durante seis anos, vivemos num estado de ilusão, porque tivemos um primeiro-ministro que nos foi vendendo ilusões, segundo ele nós viviamos no paraíso, mas no final vimos que não, até porque foi ele mesmo a pedir ajuda externa.
Não me esqueço das perseguições, das calúnias,das mentiras, das leis malfeitoras, injustas e persecutórias que esse senhor e os seus seguidores fieram.
Eles perseguiram e maltrataram sobretudo os trabalhadores e dentro destes aos funcionários públicos. Os professores bem souberam o que sofreram, eu próprio enaqunto professor também sofri.
Se a direita está no poder, deve-se mais ao demérito desse PS e ao pânico que as pessoas sentiam em relação a José Sócrates do que ao mérito da direita. Além disso, este governo tem uma política mais coerente com os seus princípios ideológicos, enquanto os governos PS se diziam socialistas e de esquerda e faziam uma política tão ou mais à direita que a deste e de outros governos de direita e entre o original e o contrafeito, prefere-se sempre o original.
O povo português não é um povo, na sua maioria, de direita e descofia do liberalismo económico, até porque sofre com isso, mas o medo de continuar com a política desastrosa do PS levou o país a virar à direita.
Quanto a mim o ex-primeiro-ministro deveria ser detido e julgado por ter levado o país à ruína e ter semeado mais miséria edesemprego em Portugal.
Chegou a hora de julgar os políticos não só nas urnas, mas também nos tribunais. Qum não soube governar e mentiu aos portugueses só deverá ter um destino a cadeia para pagar por aquilo que fez e não uma pós-graduação em Filosofia na bela cidade de Paris.
Não me esqueço das perseguições, das calúnias,das mentiras, das leis malfeitoras, injustas e persecutórias que esse senhor e os seus seguidores fieram.
Eles perseguiram e maltrataram sobretudo os trabalhadores e dentro destes aos funcionários públicos. Os professores bem souberam o que sofreram, eu próprio enaqunto professor também sofri.
Se a direita está no poder, deve-se mais ao demérito desse PS e ao pânico que as pessoas sentiam em relação a José Sócrates do que ao mérito da direita. Além disso, este governo tem uma política mais coerente com os seus princípios ideológicos, enquanto os governos PS se diziam socialistas e de esquerda e faziam uma política tão ou mais à direita que a deste e de outros governos de direita e entre o original e o contrafeito, prefere-se sempre o original.
O povo português não é um povo, na sua maioria, de direita e descofia do liberalismo económico, até porque sofre com isso, mas o medo de continuar com a política desastrosa do PS levou o país a virar à direita.
Quanto a mim o ex-primeiro-ministro deveria ser detido e julgado por ter levado o país à ruína e ter semeado mais miséria edesemprego em Portugal.
Chegou a hora de julgar os políticos não só nas urnas, mas também nos tribunais. Qum não soube governar e mentiu aos portugueses só deverá ter um destino a cadeia para pagar por aquilo que fez e não uma pós-graduação em Filosofia na bela cidade de Paris.
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