Uma vez que sou autor de três pequenos livros, mas praticamente muitas pessoas o desconhecem e tendo em conta que nem todas as livrarias do país possuem os meus livros, decidi, novamente, falar das minhas obras já publicadas.
A vida e os horizontes da mudança - livro com treze contos, cujas temáticas sâo: a natureza, a busca do bem-estar, as viagens, entre outras.
Os doze rapazes - até agora a minha obra mais lida. Trata-se de uma novela que fala de um professor que sofreu por causa de ir trabalhar para longe, tendo sido posteriormente incompreendido pelo presidente do conselho executivo e pela população, para além da indisciplina dos alunos. É uma novela que serve de reflexão sobre a escola actual em Portugal, a indisciplina, as perseguições, a avaliação, o horário dos professores, isto é, uma história que nos pode ajudar a perceber se vale ou ñão a pena ser docente em Portugal. É pura ficção, mas até parece verdade.
Henrique Bexiga e outros contos - é um livro com sete contos, os quais se debruçam essencialmente sobre a temática do abuso de poder, aflorando ainda temas como o desemprego e o sobreendividamento.
Todos estes livros estão à venda na livraria Leitura no Porto e em Viseu, livraria Americana em Leiria e Marinha Grande, Livraria Portugal em Lisboa (Rua do Carmo), Livraria Apolo70 no Campo Pequeno em Lisboa, Livraria Infante no Marina Shopping (Funchal), entre outras livrarias que vendem um, dois ou os três livros, que estão tamhbém à venda no site da editora ecopy para todo o mundo:
http://ecopy.maclafa.pt e pelo e-mail edicoes.ecopy@macalfa.pt
Também tenho alguns exemplares disponíveis para venda, passo factura dos exemplares vendidos.
Em 2010 irá sair o meu primeiro romance, a data exacta e a sessão de lançamento serão oportunamente anunciadas. Ainda em 2010 espero que saia o meu segundo romance.
domingo, 8 de novembro de 2009
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Compre o que é nosso
Numa altura de crise em que as falências e o desemprego são notícia obrigatória nos meios de comunicação social e no dia-a-dia das conversas de café ou de rua, o melhor que se poderá pedir a todos os portugueses é mais um esforço. - Compre o que é nosso.
Em Portugal produz-se calçado de qualidade, têxteis, vinho, azeite, fruta legumes e mesmo alguma tecnologia, então porque não adquirir o que pertence a todos nós, pelo menos é propriedade de empresários portugueses, produzido por trabalhadores portugueses, transportado e vendido por portugueses.
Se produzimos bens ou serviços, incluindo o turismo, de qualidade, porque não os consumimos nós, ainda que isso implique mais alguns euros de gasto ao fim do ano.
Pessoalmente, nada tenho contra aos produtos estrangeiros, aliás até consumo alguns, mas se houver opção de escolha, sendo a qualidade igual e não diferindo muito no preço, prefiro comprar o que é nosso. É que ao comprarmos o que é de outros países estamos a enriquecer esses países e a empobrecer Portugal, porque é dinheiro que sai de cá e estamos a contribuir para o aumento do desemprego e do encerramento das poucas empresas que temos.
A exportação é importante, mas não resolve os nossos problemas todos, além disso se a Alemanha, Inglaterra, Espanha, China, Índia, etc. inundam o nosso mercado com os produtos deles, tendo por objectivo vender o máximo em Portugal. Eu não acredito que eles nos queiram ajudar, comprando o que é nosso, andamos sim é a trabalhar para o bem deles.
Qualquer código de barras, cujos três últimos dígitos são o 560, é produto nacional, por isso, devemos dar-lhe prioridade na compra, ainda mais agora que se aproxima o Natal e o fim do ano.
Em Portugal produz-se calçado de qualidade, têxteis, vinho, azeite, fruta legumes e mesmo alguma tecnologia, então porque não adquirir o que pertence a todos nós, pelo menos é propriedade de empresários portugueses, produzido por trabalhadores portugueses, transportado e vendido por portugueses.
Se produzimos bens ou serviços, incluindo o turismo, de qualidade, porque não os consumimos nós, ainda que isso implique mais alguns euros de gasto ao fim do ano.
Pessoalmente, nada tenho contra aos produtos estrangeiros, aliás até consumo alguns, mas se houver opção de escolha, sendo a qualidade igual e não diferindo muito no preço, prefiro comprar o que é nosso. É que ao comprarmos o que é de outros países estamos a enriquecer esses países e a empobrecer Portugal, porque é dinheiro que sai de cá e estamos a contribuir para o aumento do desemprego e do encerramento das poucas empresas que temos.
A exportação é importante, mas não resolve os nossos problemas todos, além disso se a Alemanha, Inglaterra, Espanha, China, Índia, etc. inundam o nosso mercado com os produtos deles, tendo por objectivo vender o máximo em Portugal. Eu não acredito que eles nos queiram ajudar, comprando o que é nosso, andamos sim é a trabalhar para o bem deles.
Qualquer código de barras, cujos três últimos dígitos são o 560, é produto nacional, por isso, devemos dar-lhe prioridade na compra, ainda mais agora que se aproxima o Natal e o fim do ano.
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Compre o que é nosso
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
José Saramago
A propósito do seu último Cain e das afirmações sobre a Bíblia e Deus feitas por este escritor português, talvez o melhor ou seguranmente dos melhores de sempre, sou um dos muitos que lamento a forma como alguns membros da Igeja Católica comentaram as afirmações do escriotr.
Em Portugal, muita gente suporta mal a ideia, que para mim não passa de um preconceito, segundo a qual José Saramago é um escritor famoso, mas ateu e comunista. Para mim não vem daí mal ao mundo, aliás até o admiro, pela sua coragem de dizer frontalmente o que pensa.
Não partilho das ideias de José Saramgao, até porque sou politicamente independente e acredito em Deus, mas sou dos primeiros a reconhecer que na Bíblia nem tudo é bom, pois as catástrofes, os castigos de Deus, os insestos, as guerras e o sofrimento adornam grande parte do antigo testamento.
Além disso, a Bíblia não pode ser lida à letra, isto é, não se pode fazer uma leitura literal, na Bíblia existem muitas figuras de estilo, parábolas, lenadas, etc.
Finalmente, muitos dos que criticam Saramago pelas suas opiniões nem sequer leram este ou os romances anteriores dele que não passam de ficção, logo literatura, algo de irreal e de inventado, por isso, não percebo o nervosismo dos clérigos e de muitos dos seus seguidores.
Lamento que pessoas com responsabilidades públicas como a de um eurodeputado do PSD afirmem que Saramago deveria renunciar à nacionalidade portuguesa. Existe muito boa gente que é contra à liberdade de expressão, como este caso que referi, para quem escritores só poderiam ser meia-dúzia de iluminados da praça pública, os quais se limitariam a escre3ver obras literárias ou não onde falassem de Deus, flores, amores e desamores, casas, bancos, bolsas de valores, carros, dinheiro, economia e a melhor forma de torturar os outros, obrigando-os a trabalhar sem tréguas, auferindo pouco ou nada.
Felizmente que existe coragem de alguns, poucos cidadãos, que como Saramago não temem as consequências futuras por causa daquilo que dizem no presente.
Em Portugal, muita gente suporta mal a ideia, que para mim não passa de um preconceito, segundo a qual José Saramago é um escritor famoso, mas ateu e comunista. Para mim não vem daí mal ao mundo, aliás até o admiro, pela sua coragem de dizer frontalmente o que pensa.
Não partilho das ideias de José Saramgao, até porque sou politicamente independente e acredito em Deus, mas sou dos primeiros a reconhecer que na Bíblia nem tudo é bom, pois as catástrofes, os castigos de Deus, os insestos, as guerras e o sofrimento adornam grande parte do antigo testamento.
Além disso, a Bíblia não pode ser lida à letra, isto é, não se pode fazer uma leitura literal, na Bíblia existem muitas figuras de estilo, parábolas, lenadas, etc.
Finalmente, muitos dos que criticam Saramago pelas suas opiniões nem sequer leram este ou os romances anteriores dele que não passam de ficção, logo literatura, algo de irreal e de inventado, por isso, não percebo o nervosismo dos clérigos e de muitos dos seus seguidores.
Lamento que pessoas com responsabilidades públicas como a de um eurodeputado do PSD afirmem que Saramago deveria renunciar à nacionalidade portuguesa. Existe muito boa gente que é contra à liberdade de expressão, como este caso que referi, para quem escritores só poderiam ser meia-dúzia de iluminados da praça pública, os quais se limitariam a escre3ver obras literárias ou não onde falassem de Deus, flores, amores e desamores, casas, bancos, bolsas de valores, carros, dinheiro, economia e a melhor forma de torturar os outros, obrigando-os a trabalhar sem tréguas, auferindo pouco ou nada.
Felizmente que existe coragem de alguns, poucos cidadãos, que como Saramago não temem as consequências futuras por causa daquilo que dizem no presente.
terça-feira, 20 de outubro de 2009
O Tesouro
O Tesouro é um dos contos de Eça de Queiroz.
Em Medranhos havia três irmãos fidalgos, mas que eram os mais famintos e remendados, ou seja, os mais falidos do Reino das Astúrias. Eis que num domingo de Primavera pela manhã enquanto caçavam na mata de Roquelanes, quando inesperadamente descobrem um cofre de ferro com três chaves em três fechaduras.
A decadência económica e a degradação moral não permitiu a partilha daquele bem pelos três fidalgos, surgindo logo a cobiça, a ganância, o desejo de ficar com o tesouro todo só para si.
O que acontecerá aquelas três personagens? Será que alguma é excepção aqueles sentimentos tão primários para qualquer ser humano. Para quem ler o conto, rapidamente se aperceberá do desenlace trágico do mesmo.
Em Medranhos havia três irmãos fidalgos, mas que eram os mais famintos e remendados, ou seja, os mais falidos do Reino das Astúrias. Eis que num domingo de Primavera pela manhã enquanto caçavam na mata de Roquelanes, quando inesperadamente descobrem um cofre de ferro com três chaves em três fechaduras.
A decadência económica e a degradação moral não permitiu a partilha daquele bem pelos três fidalgos, surgindo logo a cobiça, a ganância, o desejo de ficar com o tesouro todo só para si.
O que acontecerá aquelas três personagens? Será que alguma é excepção aqueles sentimentos tão primários para qualquer ser humano. Para quem ler o conto, rapidamente se aperceberá do desenlace trágico do mesmo.
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O Tesouro de Eça de Queiroz
domingo, 4 de outubro de 2009
Eleições
Uma semana após a queda da ditadura da maioria absoluta do PS que tanto mal fez ao país e a tantos portugueses, apraz-me os resultados:
1- O PS já não tem maioria absoluta tal como ambicionava para continuar a sua arrogância e prepotência perante a oposição e sobretudo perante o povo trabalhador de Portugal, desde os agricultores aos professores;
2 - Agora o governo é obrigado a negociar lei a lei, orçamento a orçamento com os partidos da oposição, sejam eles quais forem;
3 - Determinadas leis como a avaliação dos professores, a da indexação das reformas à taxa de inflação, etc. poderão ser revistas em sede parlamentar;
4 - Os professores, os maiores prejudicados pela governação anterior, poderão finalmente assistir a mudanças positivas não só na sua carreira profissional como também no funcionamento das escolas. Já na legislatura que agora finda os projectos-de-lei que previam a suspensão da avaliação de professores e a substituição do modelo de avaliação foram rejeitados por pouco: o do Bloco de Esquerda só não passou por um voto e o do CDS só não passou por dois votos;
5 - Os governos, sejam eles de que partido forem, mas sobretudo os do PS, não podem mais ignorar, prejudicar e até ridicularizar uma ou mais classes profissionais. Afinal, ninguém gosta de ser maltratado e depois ir de novo fazer o favor de apoiar quem o maltratou e pretende continuar a fazê-lo.
Agora sim, apetece-me dizer: viva a democracia, viva Portugal que acabou de dar uma lição de democracia aos políticos.
1- O PS já não tem maioria absoluta tal como ambicionava para continuar a sua arrogância e prepotência perante a oposição e sobretudo perante o povo trabalhador de Portugal, desde os agricultores aos professores;
2 - Agora o governo é obrigado a negociar lei a lei, orçamento a orçamento com os partidos da oposição, sejam eles quais forem;
3 - Determinadas leis como a avaliação dos professores, a da indexação das reformas à taxa de inflação, etc. poderão ser revistas em sede parlamentar;
4 - Os professores, os maiores prejudicados pela governação anterior, poderão finalmente assistir a mudanças positivas não só na sua carreira profissional como também no funcionamento das escolas. Já na legislatura que agora finda os projectos-de-lei que previam a suspensão da avaliação de professores e a substituição do modelo de avaliação foram rejeitados por pouco: o do Bloco de Esquerda só não passou por um voto e o do CDS só não passou por dois votos;
5 - Os governos, sejam eles de que partido forem, mas sobretudo os do PS, não podem mais ignorar, prejudicar e até ridicularizar uma ou mais classes profissionais. Afinal, ninguém gosta de ser maltratado e depois ir de novo fazer o favor de apoiar quem o maltratou e pretende continuar a fazê-lo.
Agora sim, apetece-me dizer: viva a democracia, viva Portugal que acabou de dar uma lição de democracia aos políticos.
sábado, 12 de setembro de 2009
Patrocínios
Como é do conhecimento, sobretudo de quem lê este blogue ou a minha pequena página, eun tenho já três livros editados, dois de contos e uma novela.
Recentemente, terminei um romance e estou já a mais de meio de mais um livro.
Quer a editora Ecopy, com quem tenho trabalhado, quer outras com quem posso vir a trabalhar aceitam patrocínios de empresas, fundações autarquias ou pessoas em nome individual.
Os custos de um patrocínio dependem das editoras e dos livros, podem ser, quinhentos, mil, dois mil euros.
Qual a vantagem dos patrocínios?
O autor terá maior visibilidade junto das pessoas, logo poderá vender mais livros, o que evidentemente é óptimo.
Para os patrocinadores existem mais vantagens:
1. - benefícios fiscais em sede de IRS ou de IRC;
2. - publicidade no livro à(s) entidade(s) patrocinadoras;
3. - uma determinada quantidade de livros, mas depende da editora e do valor do patrocínio, quantidade essa que a entidade pode oferecer ou até vender, recuperando assim o valor ou parte do valor do patrocínio.
Aceito patrocínios de qualquer entidade, excepto se esta exercer
actividades que vão contra aos meus princípios como a venda de armas, o tráfico de pessoas ou bens, o branqueamento de capitais, a evasão fiscal, ou a prática de actos terroristas.
Recentemente, terminei um romance e estou já a mais de meio de mais um livro.
Quer a editora Ecopy, com quem tenho trabalhado, quer outras com quem posso vir a trabalhar aceitam patrocínios de empresas, fundações autarquias ou pessoas em nome individual.
Os custos de um patrocínio dependem das editoras e dos livros, podem ser, quinhentos, mil, dois mil euros.
Qual a vantagem dos patrocínios?
O autor terá maior visibilidade junto das pessoas, logo poderá vender mais livros, o que evidentemente é óptimo.
Para os patrocinadores existem mais vantagens:
1. - benefícios fiscais em sede de IRS ou de IRC;
2. - publicidade no livro à(s) entidade(s) patrocinadoras;
3. - uma determinada quantidade de livros, mas depende da editora e do valor do patrocínio, quantidade essa que a entidade pode oferecer ou até vender, recuperando assim o valor ou parte do valor do patrocínio.
Aceito patrocínios de qualquer entidade, excepto se esta exercer
actividades que vão contra aos meus princípios como a venda de armas, o tráfico de pessoas ou bens, o branqueamento de capitais, a evasão fiscal, ou a prática de actos terroristas.
domingo, 6 de setembro de 2009
Promontório da Lua de Alice Vieira
Num quintal de Cascais, tendo em fente o mar e ao fundo o Promontório da Lua, actualmente conhecido por Cabo da Roca, existia uma palmeira centenária com vinte e três metros de altura. Antes de ser cortada para dar lugar à passagem de uma estrada, em 1939, ela narrou toda a sua história.
Segundo a lenda junto dela, D. Afonso Henriques combinou com os cruzados a conquista de Lisboa aos Mouros.
Segundo a lenda junto dela, D. Afonso Henriques combinou com os cruzados a conquista de Lisboa aos Mouros.
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