A sociedade em rede é um livro da autoria do sociólogo espanho, nascido em 1942, Manuel Castells.
Neste livro, cuja edição que li é de finais de 1999, Castells apresenta o conceito de capitalismo informacional.
A evolução histórica da sociedade apresenta vários momentos, dos quais o autor destaca a fase anterior à Revolução Industrial, a Revolução Industrial e a Revolução da Informação.
Segundo Castells a tecnologia tem um papel determinante no capitalismo moderno e na evolução dos tempos atuais em conjugação com os mercados finaceiros.
A tecnologia foi apontada por este autor como uma das causas da queda do comunismo, do nascimento de grandes grupos económicos multinacionais, bem como da globalização. O autor fala ainda da emergência da China e do poder dos mercados financeiros.
Apesar do livro já ter mais de uma década é importante para podermos compreender o que se está a passar no mundo nos dias de hoje, incluindon na Europa.
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
sábado, 27 de agosto de 2011
Imposto sobre as fortunas
À semelhança de muita gente, eu sempre defendi que as pessoas com as maiores fortunas e com um património elevado deveriam pagar impostos.
No entanto, os sucessivos governos em Portugal e na generalidade dos países sempre protegeram essas pessoas ilibando-as de pagarem impostos, o argumento e que elas poderiam criar riqueza e postos de trabalho se investissem esse dinheiro ou então era o fantasma da fuga de capitais.
Depois da Europa e dos Estados Unidos da América terem chegado ao ponto é que estão e de alguns multimilionários nos Estados Unidos e em França virem exigir é que os governos estão a repor a justiça que nunca foi feita.
Em Portugal, os mais ricos dizem que são simples assalariados, argumentam que isso não faz sentido, esquecendo-se que foram eles quem mais ganharam ao longo dos anos com a isenção de impostos e com os investimentos que fizeram. Esses senhores esquecem também que foram eles que em primeiro lugar deram a receita para aquilo que os governos fizeram e que levaram a este estado decadente e cheio de pobres, famintos e mendigos.
Está na hora, ainda bem que os diversos partidos politicos, o Presidente da república e agora o governo pensam seriamente no assunto. É certo que isso não irá resolver os problemas sociais, nem o problema do deficce público ou da dívida astronómica do Estado, mas poderão contribuir, aliviando um pouco ou impedindo que mais sacrifícos sejam pedidos a quem já não pode pagar mais.
Afinal em que é que os homens e as mulheres ricos em dinheiro e/ou património são mais do que nós para estarem livres de impostos? Eles são cidadãos como nós, portugueses e iguais em dignidade, direitos e deveres.
No entanto, os sucessivos governos em Portugal e na generalidade dos países sempre protegeram essas pessoas ilibando-as de pagarem impostos, o argumento e que elas poderiam criar riqueza e postos de trabalho se investissem esse dinheiro ou então era o fantasma da fuga de capitais.
Depois da Europa e dos Estados Unidos da América terem chegado ao ponto é que estão e de alguns multimilionários nos Estados Unidos e em França virem exigir é que os governos estão a repor a justiça que nunca foi feita.
Em Portugal, os mais ricos dizem que são simples assalariados, argumentam que isso não faz sentido, esquecendo-se que foram eles quem mais ganharam ao longo dos anos com a isenção de impostos e com os investimentos que fizeram. Esses senhores esquecem também que foram eles que em primeiro lugar deram a receita para aquilo que os governos fizeram e que levaram a este estado decadente e cheio de pobres, famintos e mendigos.
Está na hora, ainda bem que os diversos partidos politicos, o Presidente da república e agora o governo pensam seriamente no assunto. É certo que isso não irá resolver os problemas sociais, nem o problema do deficce público ou da dívida astronómica do Estado, mas poderão contribuir, aliviando um pouco ou impedindo que mais sacrifícos sejam pedidos a quem já não pode pagar mais.
Afinal em que é que os homens e as mulheres ricos em dinheiro e/ou património são mais do que nós para estarem livres de impostos? Eles são cidadãos como nós, portugueses e iguais em dignidade, direitos e deveres.
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segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Prendam José Sócrates
Durante seis anos, vivemos num estado de ilusão, porque tivemos um primeiro-ministro que nos foi vendendo ilusões, segundo ele nós viviamos no paraíso, mas no final vimos que não, até porque foi ele mesmo a pedir ajuda externa.
Não me esqueço das perseguições, das calúnias,das mentiras, das leis malfeitoras, injustas e persecutórias que esse senhor e os seus seguidores fieram.
Eles perseguiram e maltrataram sobretudo os trabalhadores e dentro destes aos funcionários públicos. Os professores bem souberam o que sofreram, eu próprio enaqunto professor também sofri.
Se a direita está no poder, deve-se mais ao demérito desse PS e ao pânico que as pessoas sentiam em relação a José Sócrates do que ao mérito da direita. Além disso, este governo tem uma política mais coerente com os seus princípios ideológicos, enquanto os governos PS se diziam socialistas e de esquerda e faziam uma política tão ou mais à direita que a deste e de outros governos de direita e entre o original e o contrafeito, prefere-se sempre o original.
O povo português não é um povo, na sua maioria, de direita e descofia do liberalismo económico, até porque sofre com isso, mas o medo de continuar com a política desastrosa do PS levou o país a virar à direita.
Quanto a mim o ex-primeiro-ministro deveria ser detido e julgado por ter levado o país à ruína e ter semeado mais miséria edesemprego em Portugal.
Chegou a hora de julgar os políticos não só nas urnas, mas também nos tribunais. Qum não soube governar e mentiu aos portugueses só deverá ter um destino a cadeia para pagar por aquilo que fez e não uma pós-graduação em Filosofia na bela cidade de Paris.
Não me esqueço das perseguições, das calúnias,das mentiras, das leis malfeitoras, injustas e persecutórias que esse senhor e os seus seguidores fieram.
Eles perseguiram e maltrataram sobretudo os trabalhadores e dentro destes aos funcionários públicos. Os professores bem souberam o que sofreram, eu próprio enaqunto professor também sofri.
Se a direita está no poder, deve-se mais ao demérito desse PS e ao pânico que as pessoas sentiam em relação a José Sócrates do que ao mérito da direita. Além disso, este governo tem uma política mais coerente com os seus princípios ideológicos, enquanto os governos PS se diziam socialistas e de esquerda e faziam uma política tão ou mais à direita que a deste e de outros governos de direita e entre o original e o contrafeito, prefere-se sempre o original.
O povo português não é um povo, na sua maioria, de direita e descofia do liberalismo económico, até porque sofre com isso, mas o medo de continuar com a política desastrosa do PS levou o país a virar à direita.
Quanto a mim o ex-primeiro-ministro deveria ser detido e julgado por ter levado o país à ruína e ter semeado mais miséria edesemprego em Portugal.
Chegou a hora de julgar os políticos não só nas urnas, mas também nos tribunais. Qum não soube governar e mentiu aos portugueses só deverá ter um destino a cadeia para pagar por aquilo que fez e não uma pós-graduação em Filosofia na bela cidade de Paris.
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terça-feira, 5 de julho de 2011
Portugal não é lixo
A decisão de uma agência financeira em colocar Portugal na categoria de lixo, alegando que o país não irá conseguir pagar as suas dívidas, não tem em conta aquilo que a União Europeia e o governo Português têm feito para implementar o plano de austeridade em clara obediência aos mercados financeiros.
Eu julgo que é tudo combinado lá entre os senhores das agências e dos mercados financeiros internacionais ou melhor dizendo pelos capitalistas especuladores que continuam a mostrar a sua frieza, crueldade e insensibilidade perante as multidões de pessoas que todos os dias trabalham e sofrem para enviar o dinheiro para essa corja de salteadores da dignidade humana.
Quem são esses senhores que agora apareceram para nos impor as suas regras. Antes de eles brilharem, já a Grecia tinha sido o berço da democracia e da filosofia. Antes deles aparecerem já Portugal tinha sido o pioneiro na espansão marítima e na globaliação, por isso, esses senhores que respeitem mais quem tem atrás de si uma longa história.
Para mim, agências finaceiras não passam de lixo mal cheiroso que só serve para nos ir retirando dias de vida e a qualidade de vida a que cada ser humano tem direito.
Eu julgo que é tudo combinado lá entre os senhores das agências e dos mercados financeiros internacionais ou melhor dizendo pelos capitalistas especuladores que continuam a mostrar a sua frieza, crueldade e insensibilidade perante as multidões de pessoas que todos os dias trabalham e sofrem para enviar o dinheiro para essa corja de salteadores da dignidade humana.
Quem são esses senhores que agora apareceram para nos impor as suas regras. Antes de eles brilharem, já a Grecia tinha sido o berço da democracia e da filosofia. Antes deles aparecerem já Portugal tinha sido o pioneiro na espansão marítima e na globaliação, por isso, esses senhores que respeitem mais quem tem atrás de si uma longa história.
Para mim, agências finaceiras não passam de lixo mal cheiroso que só serve para nos ir retirando dias de vida e a qualidade de vida a que cada ser humano tem direito.
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segunda-feira, 4 de julho de 2011
Copiar nos exames e trabalhos
O recente escândalo dos alunos candidatos à magistratura que copiaram nos exames veio alertar o país para uma realidade muito comum nas escolas e universidades portuguesas.
Infelizmente, a maioria dos nossos jovens assume como natural, normal e bom copiar nos exames e nos testes ou mesmo nos trabalhos.
Ainda agora há dias na rua vi uma adolescente de doze ou treze anos a dizer ao telemóvel que só tinha copiado uma questão.
Já tive problemas com alunos e pais, por ter anulado testes ou por ter dito que alguns estudantes copiavam. Ainda no ano passado tive uma plateia de pais contra mim por eu ter feito queixa dos seus filhos que se portavam mal nas aulas e copiavam nos testes, mesmo com mais um colega meu na sala.
É uma vergonha, é falta de ética e não se julgue que é só nas escolas, no ensino superior é a mesma vergonha. Nas licenciaturas e nos mestrados não é raro ver estudantes a copiar integralmente trabalhos ou os livros dos autores sem quee depois os refiram. Quando nos exames alguns são apanhados e são penalizados ainda se revoltam.
Já fram três dissertações de doutoramento que recorreram ao plágio, uma em Braga, outra no Brasil e outra na Alemanha de um ministro que depois se teve de demitir.
Tudo tem a ver com a falta de valores, com o facilitismo, o desenrascanso, o querer passar por cima de tudo e de todos para alcançar o topo, enfim é o mundo que temos. Em Portugal, até já tivemos um primeir-ministro que terminou uma licenciatura ao domingo!
Espero que as coisas comecem a mudar e que o que aí vem: a catástrofe económica e uma nova aposta no mérito e no trabalho ensinem de novo as pessoas a readquirirem valores, comportamentos e bonsensos.
Infelizmente, a maioria dos nossos jovens assume como natural, normal e bom copiar nos exames e nos testes ou mesmo nos trabalhos.
Ainda agora há dias na rua vi uma adolescente de doze ou treze anos a dizer ao telemóvel que só tinha copiado uma questão.
Já tive problemas com alunos e pais, por ter anulado testes ou por ter dito que alguns estudantes copiavam. Ainda no ano passado tive uma plateia de pais contra mim por eu ter feito queixa dos seus filhos que se portavam mal nas aulas e copiavam nos testes, mesmo com mais um colega meu na sala.
É uma vergonha, é falta de ética e não se julgue que é só nas escolas, no ensino superior é a mesma vergonha. Nas licenciaturas e nos mestrados não é raro ver estudantes a copiar integralmente trabalhos ou os livros dos autores sem quee depois os refiram. Quando nos exames alguns são apanhados e são penalizados ainda se revoltam.
Já fram três dissertações de doutoramento que recorreram ao plágio, uma em Braga, outra no Brasil e outra na Alemanha de um ministro que depois se teve de demitir.
Tudo tem a ver com a falta de valores, com o facilitismo, o desenrascanso, o querer passar por cima de tudo e de todos para alcançar o topo, enfim é o mundo que temos. Em Portugal, até já tivemos um primeir-ministro que terminou uma licenciatura ao domingo!
Espero que as coisas comecem a mudar e que o que aí vem: a catástrofe económica e uma nova aposta no mérito e no trabalho ensinem de novo as pessoas a readquirirem valores, comportamentos e bonsensos.
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quarta-feira, 15 de junho de 2011
Regresso à Agricultura
Após anos de abandono da agricultura em que se encerraram escolas, materniadades, centros de saúde, repartições de finanças, etc. nas regiões rurais, fala-se de novo do regrsso à agricultura.
Como é que isso será possível se muita gente não tem terra para cultivar? Como é que será possível se as pessoas não têm dinheiro e se o acesso ao crédito é difícil e pode vir a trazer, no futuro, mais problemas às pessoas.
Como é que se vem agora falar nisso, tarde demais, depois de anos em que se dava subsídios para abandonar as terras. Subsídios esses dados pela PAC (Política Agricola Comum) da União Europeia e que os nossos políticos, sem visão de futuro assinaram e saudaram.
A ideia está certa, mas será que ainda irá a tempo de salvar Portugal 5bancarrota e da catastrofe social e conómica que se avizinha.
Será que irá contribuir para o repovoamento do interior, a descida do desemprego, o aumento da produtividade e a subida das exportações?
Como é que isso será possível se muita gente não tem terra para cultivar? Como é que será possível se as pessoas não têm dinheiro e se o acesso ao crédito é difícil e pode vir a trazer, no futuro, mais problemas às pessoas.
Como é que se vem agora falar nisso, tarde demais, depois de anos em que se dava subsídios para abandonar as terras. Subsídios esses dados pela PAC (Política Agricola Comum) da União Europeia e que os nossos políticos, sem visão de futuro assinaram e saudaram.
A ideia está certa, mas será que ainda irá a tempo de salvar Portugal 5bancarrota e da catastrofe social e conómica que se avizinha.
Será que irá contribuir para o repovoamento do interior, a descida do desemprego, o aumento da produtividade e a subida das exportações?
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segunda-feira, 6 de junho de 2011
Portugal que futuro
O resultado eleitorais de ontem indicam a vontade de mudança dos portugueses. No entanto, será que o resultado eleitoral irá espelhar essa mudança?
1. Os partidos que ganharam terão de cumprir o acordo com a tróika, tal como se fosse o PS a ganhar;
2. A crise económica e social, o nível de endividamento e o défice estrutral do Estado não dão a ninguém a possibilidade de melhorar substancialmente as coisas;
3. Os partidos que ganharam também não irão facilitar a vida a ninguém, até porque já foram falando na privatização da saúde, da água, etc. bens essenciais à vida humana nas mãos de especuladores e abutres financeiros.
4. O PS que acaba de perder as eleições com uma pesada derrota, uma vez que as pessoas estavam fartas das faltas de verdade e de transparência do primeiro-ministr - José Sócrates que nos trouxe até a esta situação de quase bancarrota. O próprio PS assinou o acordo com a Tróika, por isso, nunca iria fazer muito melhor do que a direita.
5. A esqeurda que está sem força e que se limita a contestar, deveria ter oferecido uma alternativa de governo ao país. Aliás, a esquerda terá de se renovar para, num contexto europeu, uma vez que a esquerda europeia que tem estado em plena queda vai voltar, oferecer uma governação que não esteja unicamente à merê da vontade dos banqueiros, dos mercados financeiros e dos grandes interesses económicos.
Quanto ao futuro o que nos espera?
Nada. temos de trabalhar, não autónomos para encher os bolsos dos capitalistas ou para engordar as clientelas governativas, mas sim para podermos sobreviver e ser autónomos face aos poderes político e económico.
1. Os partidos que ganharam terão de cumprir o acordo com a tróika, tal como se fosse o PS a ganhar;
2. A crise económica e social, o nível de endividamento e o défice estrutral do Estado não dão a ninguém a possibilidade de melhorar substancialmente as coisas;
3. Os partidos que ganharam também não irão facilitar a vida a ninguém, até porque já foram falando na privatização da saúde, da água, etc. bens essenciais à vida humana nas mãos de especuladores e abutres financeiros.
4. O PS que acaba de perder as eleições com uma pesada derrota, uma vez que as pessoas estavam fartas das faltas de verdade e de transparência do primeiro-ministr - José Sócrates que nos trouxe até a esta situação de quase bancarrota. O próprio PS assinou o acordo com a Tróika, por isso, nunca iria fazer muito melhor do que a direita.
5. A esqeurda que está sem força e que se limita a contestar, deveria ter oferecido uma alternativa de governo ao país. Aliás, a esquerda terá de se renovar para, num contexto europeu, uma vez que a esquerda europeia que tem estado em plena queda vai voltar, oferecer uma governação que não esteja unicamente à merê da vontade dos banqueiros, dos mercados financeiros e dos grandes interesses económicos.
Quanto ao futuro o que nos espera?
Nada. temos de trabalhar, não autónomos para encher os bolsos dos capitalistas ou para engordar as clientelas governativas, mas sim para podermos sobreviver e ser autónomos face aos poderes político e económico.
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