Após um ano de trabalho árduo, eis que chegou um período de pausa. Para quem puder passar uns dias ou semanas fora da sua casa, mas não quiser sair de Portugal, existem vários locais onde se podem passar uns dias inesquecíveis. As regiões do Alto Douro; Alto Alentejo (Marvão, Castelo de Vide, fronteira); Óbidos; Açores (principalmente as ilhas de S. Migue, Pico e Flores) oferecem paisagens exclusivas e uma harmonia e sossego difíceis de encontrar na maioria das localidades.
Para quem quiser ir até a uma praia de água tépida, poderá encontrar praias de qualidade na parte Leste do Algarve (sotavento), em algumas ilhas açoreanas e na ilha do Porto Santo. Se gosta de frequentar praias de água mais fria, mar mais revolto, mas com ondas boas para surf e presença de imenso iodo muito benéfico para a saúde, então toda a costa ocidental oferece essas condições, sobretudo a norte do Cabo Carvoeiro. A praia do Osso da Baleia, no Concelho de Pombal caracteriza-se por ser uma praia deserta, sem urbanizações, junto à mata do urso, mas tem vigilância, qualidade, um café, casas de banho e presença de bombeiros durante a época balnear. O Osso da Baleia é a maior ou das maiores praias portuguesas com dez quilómetros de extensão.
Se pretender uma praia fluvial segura e de qualidade, então há a praia das Rocas em Castanheira de Pêra (Leiria. Trata-se de uma praia fluvial, mas construida pelo homem, de hora a hora tem cinco minutos de ondas artificiais que lhe fazem lembrar o mar que fica a oitenta quilómetros.
segunda-feira, 7 de julho de 2008
sexta-feira, 13 de junho de 2008
Portugal
Portugal é pequeno em território e em política, porém as prestações da selecção nacional de futebol; as prestações de muitos atletas olímpicos e paraolímpicos em conjunto com a de milhhares de trabalhadores e cientistas portugueses espalhados pelo mundo elevam bem alto a nossa bndeira nacional e são o orgulho de todos nós.
Viva Portugal!
Viva Portugal!
sábado, 7 de junho de 2008
Livros
A vida e os horizontes da mudança e Os doze rapazes são para já os meus livros. No entanto lá para início de 2009 irei lançar mais um livro de contos.
Ainda assim aconselho qualquer pessoa a ler os autores clássicos e contemporâneos, até porque só lendo alguma coisa de um autor se poderá fazer um juízo de valor sobre ele , nunca podemos dizer que A ou B é ou não um bom ou mau autor se não o conhecemos minimamente.
Portugal sempre teve grandes poetas como Camões, Fernando Pessoa, Antero de Quental ou Miguel Torga e prosadores como Almeida Garrett, Eça de Queiroz, José Saramago ou Lobo Antunes, porém já li livros de autores pouco conhecidos, mas que escrevem muito bem.
Em literatura escrever bem é por um lado trabalhar a língua e por outro elaborar uma mensagem cuja descodificação só poderá ocorrer depois da leitura e análise do conto, romance, poema, etc.
Ainda assim aconselho qualquer pessoa a ler os autores clássicos e contemporâneos, até porque só lendo alguma coisa de um autor se poderá fazer um juízo de valor sobre ele , nunca podemos dizer que A ou B é ou não um bom ou mau autor se não o conhecemos minimamente.
Portugal sempre teve grandes poetas como Camões, Fernando Pessoa, Antero de Quental ou Miguel Torga e prosadores como Almeida Garrett, Eça de Queiroz, José Saramago ou Lobo Antunes, porém já li livros de autores pouco conhecidos, mas que escrevem muito bem.
Em literatura escrever bem é por um lado trabalhar a língua e por outro elaborar uma mensagem cuja descodificação só poderá ocorrer depois da leitura e análise do conto, romance, poema, etc.
sexta-feira, 6 de junho de 2008
Manifestação
Ontem mais de duzentas mil pessoas estiveram na Avenida da Liberdade em Lisboa a manifestar-se contra o novo Código do Trabalho, que prevê entre outras coisas; o despedimento por inaptidão e a criação de um banco de horas para que os horários sejam mais flexíveis, ou seja, para que desapareçam as horas extraordinárias.
Depois das atrocidades aos funcionários públicos, em que o seu futuro profissional e até pessoal estará unicamente dependente da vontade do director de serviço, eis que se dá ainda mais poder aos administradores das empresas para fazerem o que querem dos trabalhadores, isto é, estamos a caminhar para novas formas de esclabagismo.
São as políticas neoliberais ou liberais conforme lhe queiram chamar que colocam o dinheiro e o poder acima das pessoas, sobretudo de quem trabalha.
Lamento que um governo que se diz socialista ainda esteja a fazer pior (em algumas áreas, como por exemplo, nas questões laborais) do que os governos de direita (PSD com ou sem o CDS) que nada dizem sobre este Código do Trabalho e os maus-tratos que se fizeram aos funcionários públicos, a não ser a ideia peregrina de se privatizar tudo, incluindo a Segurança Social e a Saúde.
É legitimo perguntar: Será que temos estado a ser governados por seres humanos?
Portugal está a ser ultrapassado por inúmeros países da União Europeia, de quem é a culpa? Dos trabalhadores como se diz, dos políticos, dos empresários? Devemos reflectir antes de retirarmos conclusões definitivas. O certo é que não podem ser sempre as mesmas pessoas a ser sacrificadas.
Depois das atrocidades aos funcionários públicos, em que o seu futuro profissional e até pessoal estará unicamente dependente da vontade do director de serviço, eis que se dá ainda mais poder aos administradores das empresas para fazerem o que querem dos trabalhadores, isto é, estamos a caminhar para novas formas de esclabagismo.
São as políticas neoliberais ou liberais conforme lhe queiram chamar que colocam o dinheiro e o poder acima das pessoas, sobretudo de quem trabalha.
Lamento que um governo que se diz socialista ainda esteja a fazer pior (em algumas áreas, como por exemplo, nas questões laborais) do que os governos de direita (PSD com ou sem o CDS) que nada dizem sobre este Código do Trabalho e os maus-tratos que se fizeram aos funcionários públicos, a não ser a ideia peregrina de se privatizar tudo, incluindo a Segurança Social e a Saúde.
É legitimo perguntar: Será que temos estado a ser governados por seres humanos?
Portugal está a ser ultrapassado por inúmeros países da União Europeia, de quem é a culpa? Dos trabalhadores como se diz, dos políticos, dos empresários? Devemos reflectir antes de retirarmos conclusões definitivas. O certo é que não podem ser sempre as mesmas pessoas a ser sacrificadas.
domingo, 1 de junho de 2008
Selecção
Numa altura em que a selecção portuguesa está a voar para a Suiça a bordo de um A219 da TAP, a fim de participar no Euro2009, resta-me desejar que este ano seja Portugal o campeão europeu.
Apesar das divergências que possam existir entre nós portugueses, neste momento é hora de união em torno da selecção de todos nós.
Boa sorte à nossa selecção!
Apesar das divergências que possam existir entre nós portugueses, neste momento é hora de união em torno da selecção de todos nós.
Boa sorte à nossa selecção!
quinta-feira, 29 de maio de 2008
Chegou ao meu conhecimento que os bancos pretendem cobrar uma taxa de 1,50€ por cada levantamento efectuado nas caixas ATM. Os levantamentos nas máquinas automáticas permitiram aos bancos reduzir o pessoal, logo os custos e, desta forma aumentar os lucros.
Numa altura em que os salários não aumentam, as reformas também não, porém os preços dos bens estão permanentemente a aumentar é de lamentar que grandes empresas como as petrolíferas e os bancos tentem por todos os meios estorquir dinheiro à população (na sua maioria pobre) e às pequenas empresas que já têm enormes dificuldades em sobreviver.
Os bancos já têm milhões de euros de lucro, os seus administradores ganham salários astronómicos e imorais, os ex-gerentes reformas invejáveis para quase todos os portugueses, por isso, está na altura de dizer basta! Se os bancos avançarem com os levantamentos pagos, temos de boicotar os levantamentos nas caixas ATM para que os banqueiros percebem que quem manda no país não são eles, mas sim nós a maioria do povo que vive com dificuldades, trabalha e sofre. Em qualquer nação existem bancos, porém se os cidadãos e as pequenas e médias empresas não tiverem dinheiro eles deixam de exercer a sua actividade, portanto tornam-se inúteis.
Numa altura em que os salários não aumentam, as reformas também não, porém os preços dos bens estão permanentemente a aumentar é de lamentar que grandes empresas como as petrolíferas e os bancos tentem por todos os meios estorquir dinheiro à população (na sua maioria pobre) e às pequenas empresas que já têm enormes dificuldades em sobreviver.
Os bancos já têm milhões de euros de lucro, os seus administradores ganham salários astronómicos e imorais, os ex-gerentes reformas invejáveis para quase todos os portugueses, por isso, está na altura de dizer basta! Se os bancos avançarem com os levantamentos pagos, temos de boicotar os levantamentos nas caixas ATM para que os banqueiros percebem que quem manda no país não são eles, mas sim nós a maioria do povo que vive com dificuldades, trabalha e sofre. Em qualquer nação existem bancos, porém se os cidadãos e as pequenas e médias empresas não tiverem dinheiro eles deixam de exercer a sua actividade, portanto tornam-se inúteis.
sábado, 17 de maio de 2008
Os doze rapazes
Depois de: A vida e os horizontes da mudança que eu dedico a todos os trabalhadores, acaba de ser editado o meu segundo livro: Os doze rapazes, uma novela dedicada aos professores.
Um professor deixa tudo pela sua profissão, mas é mal tratado, além disso atribuíram-lhe uma turma de doze rapazes muito indisciplinados que faziam coisas inimagináveis na sala de aula.
O que se tem vindo a falar nos últimos tempos em relação à escola, é referido no prefácio e na novela que o segue. A indisciplina, a avaliação dos docentes, o criticar ferozmente os docentes, os concursos, o estatuto da carreira docente são assuntos que poderá encontrar neste livro.
O livro já se encontra à venda no site da editora Ecopy: www.macalfa.pt/ecopy e a partir do início de Junho poderá encontrar os meus dois livros nas lojas Ecopy e Livraria Leitura no Porto; Livraria Byblos e Livraria Apolo 70 no centro comercial Apolo 70 em Lisboa; Livraria Americana em Leiria e na Livraria Infante no Centro comercial Marina Shopping no Funchal.Também me poderão solicitar qualquer um dos dois livros, sendo que se enviar à cobrança (entre um e dez unidades), ao preço do livro acresce 3,50€ para Portugal e 5,00€ para o estrangeiro. Mais de dez volumes os portes são grátis.
No entanto, se houver muita procura como espero, sobretudo de: Os doze rapazes, o livro poderá ser colocado à venda em mais livrarias, até porque grande parte do território português ainda não tem nenhuma livraria com os meus livros à venda e existem algumas empresas que já me manifestaram abertura para colocar os meus livros nas suas lojas.
O leitor poderá também verificar se a Ecopy está presente nas feiras do livro e eu próprio poderei vir a participar, mais tarde, em pequenas feiras do livro e outros eventos com estes e outros livros da minha autoria.
Em finais de 2008, início de 2009 espero publicar o meu terceiro livro que será de contos e cujas temáticas versam assuntos actuais como o desemprego, o endividamento, a violência, etc. Em 2009 se tiver vida e saúde espero publicar o meu primeiro romance.
Não estou inserido em nenhuma corrente literária específica. O que me moveu a escrever foram as peripécias da vida, além disso escrevo sobre Portugal - o meu país - a natureza, as desigualdades sociais, os dramas humanos, as mudanças de vida e as questões ambientais que estão a ocorrer. No fundo escrevo sobre o que julgo não estar neste mundo globalizado de economia neoliberal e de injustiças sociais que afectam a maioria da população mundial. Não me limito a escrever histórias de amor nem literatura light nem exclusivamente para aparecer na comunicação social ou ter status. Escrevo sobre o que gosto e sobre os temas que quero, porque escrever para mim é um prazer e dá-me liberdade.
No entanto, não pretendo ofender ninguém nem nenhuma instituição, apenas me limito a escrever de forma ficcional acerca de inquietações que assaltam muita gente na fase contemporânea. Se os leitores ou críticos quiserem podem até dizer que a minha escrita é uma literatura alternativa ou de intervenção.
Um professor deixa tudo pela sua profissão, mas é mal tratado, além disso atribuíram-lhe uma turma de doze rapazes muito indisciplinados que faziam coisas inimagináveis na sala de aula.
O que se tem vindo a falar nos últimos tempos em relação à escola, é referido no prefácio e na novela que o segue. A indisciplina, a avaliação dos docentes, o criticar ferozmente os docentes, os concursos, o estatuto da carreira docente são assuntos que poderá encontrar neste livro.
O livro já se encontra à venda no site da editora Ecopy: www.macalfa.pt/ecopy e a partir do início de Junho poderá encontrar os meus dois livros nas lojas Ecopy e Livraria Leitura no Porto; Livraria Byblos e Livraria Apolo 70 no centro comercial Apolo 70 em Lisboa; Livraria Americana em Leiria e na Livraria Infante no Centro comercial Marina Shopping no Funchal.Também me poderão solicitar qualquer um dos dois livros, sendo que se enviar à cobrança (entre um e dez unidades), ao preço do livro acresce 3,50€ para Portugal e 5,00€ para o estrangeiro. Mais de dez volumes os portes são grátis.
No entanto, se houver muita procura como espero, sobretudo de: Os doze rapazes, o livro poderá ser colocado à venda em mais livrarias, até porque grande parte do território português ainda não tem nenhuma livraria com os meus livros à venda e existem algumas empresas que já me manifestaram abertura para colocar os meus livros nas suas lojas.
O leitor poderá também verificar se a Ecopy está presente nas feiras do livro e eu próprio poderei vir a participar, mais tarde, em pequenas feiras do livro e outros eventos com estes e outros livros da minha autoria.
Em finais de 2008, início de 2009 espero publicar o meu terceiro livro que será de contos e cujas temáticas versam assuntos actuais como o desemprego, o endividamento, a violência, etc. Em 2009 se tiver vida e saúde espero publicar o meu primeiro romance.
Não estou inserido em nenhuma corrente literária específica. O que me moveu a escrever foram as peripécias da vida, além disso escrevo sobre Portugal - o meu país - a natureza, as desigualdades sociais, os dramas humanos, as mudanças de vida e as questões ambientais que estão a ocorrer. No fundo escrevo sobre o que julgo não estar neste mundo globalizado de economia neoliberal e de injustiças sociais que afectam a maioria da população mundial. Não me limito a escrever histórias de amor nem literatura light nem exclusivamente para aparecer na comunicação social ou ter status. Escrevo sobre o que gosto e sobre os temas que quero, porque escrever para mim é um prazer e dá-me liberdade.
No entanto, não pretendo ofender ninguém nem nenhuma instituição, apenas me limito a escrever de forma ficcional acerca de inquietações que assaltam muita gente na fase contemporânea. Se os leitores ou críticos quiserem podem até dizer que a minha escrita é uma literatura alternativa ou de intervenção.
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