quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Os gregos são maus e os portugueses também?

Os gregos são maus e os portugueses também, porque andaram a viver acima das suas possibilidades, logo merecem um grande castigo que é a austeridade. É assim que pensa Pedro Passos Coelho. Quem disse uma vez que se lixem as eleições e mandou os professores desempregados emigrar, também pode pensar que se lixem os portugueses. Ao longo destes quatro anos o que este governo soube fazer foi empobrecer os portugueses, sobretudo aqueles que trabalham e dentro destes um carinho muito especialíssimo para os funcionários públicos que têm de ser castigados, só porque um dia se empregaram num organismo público. O raciocínio desta gente é o seguinte: uma pessoa arranjou emprego numa empresa, logo deve agradecer ao patrão, nem que seja trabalhando e produzindo muito e ganhando pouco ou nada. Por outro lado, alguns arranjaram emprego no Estado, o qual tem como receitas os impostos, as taxas e os empréstimos, logo os funcionários públicos, para eles, são chulos, porque vivem à custa do restante povo, dos empresários e dos capitalistas que emprestaram o dinheiro. O povo português já só tem uma arma que deve utilizar no próximo outono. lixar o PSD e o CDS, fazer o que eles nos fizeram a nós. Enviá-los para a requalificação, para as feras. A troika e elejam. Bons foram os gregos que lutaram nas instituições comunitárias e já conseguiram alguma coisa pelo menos para quatro meses. Também nós temos de votar em alternativas. se o PS de António Costa não serve temos muitos partidos é só saber escolher em consciência e livre de chantagens.

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Grécia e Syrisa

Ninguém alguma vez esperou que um partido de esquerda, fora do leque de partidos socialistas que têm governado a Europa, viesse a ganhar as eleições na Grécia. Mas não é difícil compreender porque motivo este partido ganhou. Há cinco anos que a Grécia vive sob fortes medidas de restrição. Cortes nos salários, despedimentos na função pública, cortes nas reformas, mais impostos, 26% de desemprego, etc. Fica o aviso para a Europa, pois as suas medidas restritivas estão a ser o Holocausto económico dos povos do Sul. Assim como na Grécia ganhou o Syrisa, em Espanha pode ganhar o Podemos também de esquerda, na França a Frente Nacional de extrema-direita, etc. Em Portugal não temos alternativa, pois a seguir a este governo neoliberal de direita que corta nos salários e nas reformas e despede na função pública virá um governo peseudosocialista liderado por António Costa e coadjuvado pelos Socratinos Xuxas e pelo chantagista açoriano Carlos César que correu com professores continentais dos Açores mais o seu comparsa Álamo de Menezes. O que eles já propõem é coadoção e adoção de crianças por casais homossexuais e igualdade de género, e além destas medidas pró-maoçónicas o que propõem eles mais? Falam em restabelecer os feriados, mas todos ou só alguns. Para sermos justos deviam ser todos. Eu acredito que eles vão continuar com esta política, salvo alguns retoques leves. Acho também que eles se vão vingar, dos professores, dos polícias, dos juízes, etc. por causa do que tem acontecido a alguns socialistas, sobretudo ao pai ideológico do PS moderno, o Engenheiro José Sócrates. Devemos pensar em alternativas patrióticas de esquerda sem medo e não ligando às chantagens e à política do medo.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Fundamentalismo islâmico, religião ou fanatismo e violência?

Nos últimos tempos, temos vindo a assistir ao crescendo do extremismo islâmico não só no Iraque e na Síria, mas também no Mali, na Nigéria e agora até no ocidente como se viu há dias na França. Será isto uma nova religião? Será fundamentalismo? ou apenas política sobre a capa da religião? O que eles pretendem é criar um estado ditatorial que se vai expandindo pelo mundo, cuja única religião aceitável é o islamismo tal e qual eles defendem, mas isso são os autores morais destes movimentos, porque os combatentes deste alegado estado islâmico são homens e mulheres, muitas vezes marginais e criminosos, que se vão juntando a estes grupos extremistas para fazerem o que tanto gostam, matar, violentar, roubar, violar, etc. É certo que existem muitos membros deste estado que não eram marginais, mas são jovens que mesmo tendo tudo o que querem, não têm valores nem referências de vida. Isto não é religião nenhuma, eles estão a infringir as leis de Deus, pois o segundo dos dez mandamentos da Lei de Deus diz: não invocarás o santo nome de Deus em vão, o quinto mandamento diz não matarás e o sétimo não furtar nem reter ou injustamente danificar os bens do próximo. Deus quer que sejamos radicais, no sentido de não abandonarmos a nossa fé tradicional, não no sentido de fazer mal aos outros por causa da nossa fé. O Senhor Deus do Universo não quer a guerra e a violência, a Bíblia e o Alcorão assim o dizem, Nossa Senhora nas aparições que tem feito ao longo dos tempos tem falado sempre na paz e na concórdia entre os homens e Jesus Cristo disse na última ceia, antes de ser entregue à morte e na hora da fundação da Eucaristia: "amai-vos uns aos outros como eu vos amei".

sábado, 22 de junho de 2013

greve de professores contra à sua morte


Os professores, entre os quais eu, encontram, podendo continuar ou não mais uns dias. tem sido grande a solidariedade entre os docentes. Eu até não sou um grevista por sistema, nem sequer faço greve todas as vezes, mas esta, tal como a greve geral de dia 27 justificam-se, porque o que está em causa entre muitas outras coisas é o despedimento de trabalhadores. Muitos dizem que os funcionários públicos não são mais do que os outros e que os docentes são funcionários públicos como os outros, mas algumas questões deveriam servir para refletir: porque não estender ao privado alguns dos direitos que os funcionários públicos tinham até há poucos anos? Será que existem professores a mais, uma vez que se temos horários zero de um lado, temos contratados no mesmo grupo de recrutamento do outro. Os concursos deveriam servir para regular totalmente ou parcialmente esta situação. Os docentes estão menos tempo no local de trabalho do que os restantes trabalhadores, mas será que eles não têm trabalho de casa como preparar aulas, corrigir testes, etc, eu pelo menos tenho. Por isso mandar professores do quadro para o desemprego é apenas por uma questão ideológica de destruir a escola pública e diminuir os seus quadros para a tornar mais atrativa aos privados daqui a dois ou três anos.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Governo Português de dreita prepara-se para efetuar um Genocídio


"O governo autoritário de direita, a pretexto das medidas imostas pela Troika e na defesa dos santos mercados financeiros" prepara-se para fazer ou pelo menos para continuar o genocídio do povo português, parte do qual o elegeu e lhe deu o poder. Genocídio é o brutal aumento de impostos sobretudo para quem trabalha, recebe pouco e tem filhos para criar. Genocídio é a aplicação de uma taxa sobre os subsídios de doença e o subsídio de desemprego, como se as pessoas tivessem cula ou tivesse optado por estarem doentes ou desempregadas. Genocídio sobre os reformados que recebem baixas reformas e a quem se quer retirar uma parte, em vez de se cortar mais ainda em quem recebe mais de cinco mil euros de reforma. Genocídio é a falta de complacência com os milhares de pessoas que vão ficando desempregados, em grande parte devido às "reles" medidas do governo. Genocídio será o desmantelar progressivo do Estado Social, em nome do neoliberalismo e do Estado mínimo que essa gente sempre ambicionou conseguir e que está a conseguir agora. Genocídio será, muito em breve, o despedimento de milhares de funcionários públicos que apesar de estarem a receber um salário, contribuindo para o aumento da despesa do Estado, estão a exercer uma tarefa útil ao país e à sociedade e contribuem para a economia do país e com impostos para o Estado. Agora irão para o desemprego, os que ambicionarem de novo emigrar, terão de ir para o estrangeiro, deixando assim de pagar impostos, incumprindo em pagamento de eventuais empréstimos e deixando de consumir, contribuindo para mais falências e por conseguinte para mais desemprego. Essa gente não está lá para nos servir, mas sim para servir as elites financeiras e essa estrangeirada da Troika e dos m ercados que querem o aprofundamento da crise no Sul da Europa, Portugal, Espanha, Grécia, etc. para conseguirem eles salavar o sistema financeiro. Temos de deixar esses mercados, temos de deixar o euro que nosestá a matar aos poucos, temos de voltar ao setor primário, por muito que isso nos custe, temos de regressar à natureza porque ela garante o nosso sustento, se trabalharmos para isso. Deixemos esses senhores do governo a falar sozinhos, pois não há dinheiro para prestações sociais e para salários, mas há para pagar altos salários a assessores e "pseudoespecialistas" que acabaram agora a licenciatura, jovens que nem falar sabem, jovens que sabem metade do que eu sei, que sabem menos do que muitos mendigos. Não há dinheiro para reformas e salários, mas há para apoiar "ricalhaços" vindos sei lá de onde e com dinheiro obtido muitas vezes de forma imoral, mas que têm apoio deste governo só porque investem um milhão numa casa ou criam, ainda que temporariamente, dez postos de trabalho em Portugal. Aquela gente do governo que ganhou as eleições com demagogia, populismo, enganando e mentindo aos portugueses não merecem o país que têm, nem o povo que têm. Eles não percebem nada de economia, nada percebem de relações humanas e muito menos de dramas humanos, é vê-los falar de cultura, não dizem nada, não sabem nada. Eu punha-os vinte anos a trabalhar numa mina, porque essa gente não sabe o que é a vida e nunca trabalhou, mas sabem mandar os outros trabalhar para eles. Rua com eles, eles não são portugueses, que vão ter com os amigos dos mercados, com Angel Merkel, Duraão Barroso, etc.

quarta-feira, 27 de março de 2013

Este governo é o fim de Portugal


Muita gente pode contestar o que eu digo, mas os factos estão-me a dar razão não só pela realidade nacional, mas também pela realidade de outros países intervencionados na Europa como a Grécia ou Espanha. O aumento brutal de impostos, o desemprego e o corte abrupto na despesa e no investimento públicos, levam a uma queda sucessiva da procura interna, o que leva a falências e a um aumento progressivo do desemprego. As exportações são importantes, mas para que elas permitam o aumento do PIB teriam de subir muito e de ser mais diversificadas. A direita portuguesa está a conseguir, com o apoio da Troika, aquilo que ansiava há mais de trinta anos, destruir o Estado Social, criar uma economia frágil e criar a ideia do salve-se quem puder ou quem souber. Sá Carneiro já falava numa maioria,num governo e um presidente e aí está, ainda por cima com o apoio do estrangeiro. Claro que isto irá levar a uma rutura económica e social do país, mais tarde ou mais cedo. Claro que isso é o fim da democracia. Claro que é o ajuste de contas com o 25 de abril que a direita sempre quis, pois nunca aceitou a revolução dos cravos, sempre a considerou preversa. Um dia eu escrevi aqui que Passos Coelho seria o último primeiro ministro de Portugal e vai ser, mas ele não vai sair, nem o resto do governo, pois têm o apoio da maioria dos deputados, do presidente e estrangiero, principalmente da Troika. O governo só sairia com uma grande guerra em Portugal ou na Europa, mas isso é de todo indesejável. As manifestações, as greves e os baixo-assinados não deitam o governo abaixo apesar de serem direitos de cidadania que devem e podem ser utilizados. Já temos 17% de desemprego e fome em Portugal, mas iremos assistir a mais de trinta por cento de desemprego, a mais pobreza e a uma fome severa. O governo até pode ter boas pessoas como Álvaro Santos Pereira, Assunção Cristas ou Nuno Crato, mas quem manda é o trio Relvas, Gaspar, Coelho, os quais solicitam Paulo Portas para que colabore, pois assim eles têm a certeza que o governo se manterá até à derrocada final de Portugal Eles querem cortar quatro mil milhões nas funções sociais do Estado com o argumento do corte na despesa, mas isso são benefícios que o Estado retira aos cidadãos, mas deu milhares de milhões para o BPN, BPP, BANIF, BCP, BPI, etc e isso não traz benefício aos portugueses. São castigados os portugueses que trabalham, sobretudo os funcionários públicos e os reformados, mas os banqueiros corrutos como os do BPN estão em liberdade e bem na vida. Hitler fez o genocídio dos judeus na Alemanha durante a 2.ª guerra mundial, mas estes senhores querem fazer em Portugal o genocído dos funcionários públicos, enviando dezenas de milhar para casa com uma pequena indemnização, mas no total são seis mil milhões de indemnizações, logo aumento da despesa pública e da dívida pública. Em conclusão, ppode-se dizer que o governo pode estar a agradar ao exterior, mas está a prejudicar e de que maneira os cidadãos, estes políticos do governo não amam Portugal e são contra aos portugueses, muitos dos quais os elegeram. Apenas se exige que esses senhores "carnudos e fascistas" se vão embora e deixem de nos atormentar e de nos causar sofrimentos inúteis. Esperamos que estes senhores não saiam um dia, nem que seja com a falencia do país e não queiram dois anos depois regressar em glória como José Sócrates que foi um dos maiores responsáveis pelo estado de pré-rutura financeira de Portugal e agora regressa em grande à RTP.

quarta-feira, 20 de março de 2013

Papa Francisco e a renovação da Igreja


Para muitos foi uma surpresa a eleição do papa Francisco e para a maioria, mesmo para os não católicos e/ou não crentes, o papa Francisco surpreendeu, até agora, positivamente com as suas atitudes. Muitos esperam uma revolução na Igreja como sendo a possibilidade dos padres se poderem casar, as mulheres poderem exercer o sacerdócio, etc. eu não espero isso, aliás sobretudo o sacerdócio feminino que não existe em quase nenhuma religião, seria um contrassenso até perante o Evangelho. Os Apóstolos de Cristo eram homens, as mulheres acompanhavam, mas os discípulos e apóstolos eram homens e é por isso que em todas as confissões cristãs se veem homens a exercer o sacerdócio. Não é uma questão de discriminação, não é machismo, é apenas uma questão de doutrina. A Igreja não é uma instituição comum como uma empresa, um ministério ou uma Organização Não Governamental. Tornar a Igreja numa instituição vulgar, seria criar um novo cristianismo, uma nova doutrina, novos dogmas e não é isso que se pretende, até porque isso colocaria em causa a sobrevivência da própria Igreja, pois os fiéis ou parte deles poderia simplesmente abandonar e os que defendem tais inovações, muitas vezes certamente não passariam a frequentar a Igreja. A Igreja foi fundada por Jesus Cristo e a sua primeira pedra foi o Apóstolo Pedro e a razão da sua existência é a salvação de todos aqueles que creem, em Cristo e o aceitam como filho de Deus e salvador dos homens de boa vontade. A renovação que eu espero na Igreja é aquela que o papa parece querer seguir, a de maior abertura, maior simplicidade, maior inclusão, em suma uma Igreja pobre para os pobres. Não que se vão excluir os ricos, mas que inclua também os pobres, os oprimidos, os doentes, as pessoas com deficiência,os desesperados, todos aqueles que se converterem, porque Deus não faz aceção de pessoas como fazemos nós homens. Espero que a Igreja se renova e aumente o seu número de fiéis para a salvação do mundo e de todos os homens que quiserem salvar a sua alma para um dia poderem estar junto de Deus. Muitos dizem que a Igreja tem muitos defeitos como as cruzadas, a inquisição, a pedofilia e as negociatas como as lavagens de dinheiro no banco do vaticano, mas isso são pecados que ficam com quem os cometeu, eles terão de responder por isso perante Deus. Nós não devemos, nem podemos ser contra à Igreja, perseguir os cristãos, não acreditar em Deus, etc. só porque muitos dos membros da Igreja cometeram erros monstruosos. Deus é amor, mas também é justiça e severidade, por isso, cada um terá de responder e de "pagar" pelo que faz. Para quem não acredita em Deus é lícito perguntar: já alguma vez pensou na perfeição da natureza e na sua complexidade. A ciência fala-nos do Bing Bang, mas e antes? O que é que o proporcionou? Tudo aconteceu assim por acaso, partindo do nada! Deus não criou o mundo e o Homem como nos diz a Bíblia nos Génesis, bom trata-se de uma linguagem simbólica, mas se o Homem evoluiu de outros animais e de onde evoluiram esses animais? e o que é que proporcionou o milagre da vida? E se o Homem se pôs de pé e evoluiu, porque não evoluiram também outros primatas como o chimpanzé, muito próximo do Homem em termos biológicos. O ideal é ser laico. Sobretudo na Europa e na América do Norte o laicismo, o agnosticismo e o ateísmo levaramadiscriminação, quê? Duas guerras mundiais, ditaduras fascistas e comunistas, templos satânicos, degradação dos valores, degradação da estrutura familiar, racismo, intolerência, injustiças sociais e económicas, desemprego, suicídio, droga, aborto, eutanásia, etc. Países onde a Igreja Católica e outras formas de religião e de espiritualidade estão em alta,também estão neste momento, a crescer economicamente e a estabilizar socialmente, porquê? Porque têm valores e esses valores são relativizados e colocados em causa pelos ditos laicos.