sexta-feira, 8 de junho de 2012

O céu existe mesmo

Tenho lido imensos livros, mas este ano li sobretudo artigos científicos para o meu mestrado e alguns livros para adolescentes para elaborar questionários para a biblioteca da escola. No entanto, acabei por ler um livro que me chamou à atenção. Em 2003, Colton Bruto filho de Tood Brupto, um pastor da igreja evangélica Wesleyan, bombeiro voluntário, professor deluta livre de crianças desfavorecidas e empresário, casado com Sonja que é catequista na mesma igreja, professora e cuida dos três filhos do casal, teve uma apendicite aguda, tendo estado entre a vida e a morte. Durante a operação ele disse ter estado com Jesus, Deus pai e o Espírito Santo (a Santíssima Trindade), com o arcanjo S.Gabriel, encontrou familiares falecidos, entre os quais uma irmã que morreu no útero da mãe com apenas oito semanas, devido a um aborto espontâneo e um visavô que nunca conhecera na vida terrena e de quem nunca lhe falaram. No céu tudo é magnífico e divino, nunca escurece, porque Deus e Jesus são a luz, existem muitas cores, mais do que as que conhecemos, as pessoas voam, existem paisagens e animais idílicos, etc. Colton trouxe de lá algumas mensagens: "Jesus ama as crianças", "Deus ama muito os homens" (todos os seres humanos), "vai haver uma guerra neste mundo, que vai ficar todo destruído, entre as forças do bem, lideradas por Jesus e apoiadas pelos anjos e pelas pessoas boas contra ao Diabo, aos monstros e às pessoas más, no final o Diabo irá para o infermo, após mil anos de liberdade para seduzir as nações e dar-se-á a vitória de Deus e a derrota do inimigo Satanás. Ns dias que correm é fácil ouvir muita gente negar a existência de Deus e do céu, como se isso fosse um dado adquirido. Isso foi obra de algumas correntes iluministas, filosóficas e maçónicas. Para mim, Deus é real e o céu também. Nunca vi nada, mas ainda bem, porque Jesus disse a S. Tomé no evangelho de S. joão "Porque viste acreditaste. Felizes os que creem sem terem visto." Deus revela-se a qualquer pesoa, a qualquer momento, em qualquer idade e em qualquer lugar. Ele revela-se quando nos protege do mal, quando ocorre em nós autênticos milagres, quando meninos como o Colton e outra menina também de quatro anos têm visitas ao céu, sempre que se dá aparições da mãe de Jesus, a maioria a católicos, etc. Apesar deste mundo estar mau, Deus não abandonou os homens à sua sorte, porque nos ama, muito embora fique ofendido com aqueles que fazem o mal ou são contra ele, está sempre disposto a perdoar a todos os que lhe rezem e lhe peçam perdão. Os não crentes dizem: Temos a ciência? Eu também acredito na ciência, mas Deus é maior do que a ciência? Deus e o mesmo de há mil, dois mil, dez mil ou cem mil anos, por ele tudo se tornou realidade. Deus não criou o homem a partir de um boneco de barro? Bom, a crianção do homem pode não ter sido exatamente como está na Bíblia, no livro dos Génesis, muito embora o poder de Deus o pudesse fazer, mas se a ciência vai afirmando, por enquanto, que há quatro mil e quintentos milhões de anos um ponto explodiu, e a energia se espalhou até se transformar em matéria, então e quem criouu esse ponto e as leis que permitiram a criação do Universo, apareceu assim? Deus é mau, porque existem calamidades, pessoas com doenças, deficiências, etc? Eu vejo mal e em adolescente cheeguei a revoltar-me contra Deus por causa de ter nascido assim, mas afinal cheguei onde nem eu esperaa e o problema não é Deus ou a naturea é esta sociedade ingrata, egísta e hipócrita que condena à marginalização, por vezes, quem é diferente. Se não houvesse desgraças, o ser humano ainda seria pior, assim sempre se respeita mais o poder da natureza de Deus e do ser humano.além disso, muito do que acontece é por razões humanas, quem manda aos homens desflorestar o planeta, consruir junto ao mar, poluir o planeta, etc. Jesus disse que quando estivessem dois ou três reunidos em seu nome, estaria no meio deles? Está lá, mas apenas espiritualmente. Jesus disse que voltaria à terra e voltou? Há-de vir no final dos tempos desta era, virá na sua glória e derrubará aqueles que se julgam reis e senhores, os apostatas, os maiores responsáveis pelo mal deste mundo etc. E devemos estar preparados, porque ele virá como um ladrão e nunca se sabe se ainda não virá durante as nossas vida. vale a pena pensar nisto.

terça-feira, 1 de maio de 2012

1 de maio - Dia do Trabalhador - dia de descanso

A revolta de Chicago em 1886 deu origem ao dia do trabalhador, um dia em que, por regra, os trabalhadores param para refletir, conviver, descansar, participar em ações sindicais, etc. Hoje estamos num tempo em que parece que os únicos valores aceitáveis são o trabalho sem contrapartidas e o consumismo desinfriado. Sempre houve o dia do descanso semanal e dias feriados ou dias santos em que não se devia trabalhar, mas parece que agora isso terminou. É o próprio primeiro-ministro a dizer que não podemos estar agarrados às tradições, pois é, em nome dos santos mercados vale tudo, até acabar com a cultura de um povo. Se o Natal, Carnaval, sexta-feira santa, 25 de maio, um de maio, etc. existem, muitas dessas festividades comemoradas à séculos, com certeza que há um fundamento, uma razão para isso e os devotos desses dias têm o direito de festejar esses dias como muito bem entendem, não é agora um primeiro-ministro, revolucionário da direita que vem impor uma nova ordem só para ficar bem visto aos olhos de Merel, do FMI, da União Europeia e dos santos mercados. O que hoje os hipermercados fizeram, alguns já o fizeram no ano passado, foi uma vergonha, funcionar no dia do trabalhador só para ganhar mais uns trocos. Ontem, eu já ouvi que já se fala em abrir no dia de Natal, primeiro de janeiro, etc. não há pudor, nem respeito pelas datas festivas para milhões de pessoas, nem que seja pela reunião familiar e pelo descanso dos trabalhadores. No tempo do fascismo, no Alentejo, os agricultores eram explorados, trabalhando de sol a sol, eles reuniram-se e começaram a trabalhar apenas oito horas e assim se tornou um hábito. Não havia dias de descanso, nem ao domingo, até que teve de ser o cardeal Serejeira a pedir a Salazar para dar o domingo a toda a gente para que as pessoas pudessem ir à missa. Agora, estamos a seguir o mesmo caminho,secalhar atitudes idênticas terão de ser tomadas no futuro. Já agora deixo um apelo que espero que ainda seja útil, evitem ir ao hipermercado hoje dia 1 de maio, dia do Trabalhador.

quinta-feira, 26 de abril de 2012

25 de abril

sempre comemora-se hoje o 38º. aniversãio do 25 de abril de 1974, o qual pôs termo a uma ditadura fascista de 48 anos. Caso alguém não saiba, antes do dia 25 de abril a maioria da população não tinha o mínimo de condições de vida; havia trabalho infantil, muitas crianças não iam à escola ou morriam muito jovens. Os jovens tinham de emigrar, as pessoas trabalhavam de sol a sol. A PIDE perseguia não os criminosos, mas sobretudo aqueles que se opunham ao regime, etc. Infelizmente, estamos a voltar a esse tempo com a destruição do estado social, o empobrecimento da generalidade da população, a elitização do ensino superior e de alguns setores da sociedade. Claro que qualquer revolução ou os tempos que se lhe seguem, são tempos complicados e há sempre exageros, mas valeu a pena. Muitos de nós pudemos estudar, arranjar emprego, constituir família graças às conquistas de abril, porque se fosse antes ou no tempo atual em que se pretende fazer o ajuste de contas com o 25 de abril e os que com ele beneficiaram, seríamos uns miseráveis, teríamos de emigrar para ter uma vida melhor ou talvez já não vivessemos. 25 de abril sim em nome da justiça, da pprosperidade, da igualdade de oportunidades e do respeito pela dignidade da pessoa humana, independentemente da origem de cada um.

domingo, 8 de abril de 2012

Jesus Cristo

Admiro muitos seres humanos que já existiram e que existem ainda sobre a Terra. Entre essas pessoas, eu admiro em particular a pessoa de Jesus Cristo em primeiro lugar, porque acredito que ele é o verdadeiro filho de Deus que veio ao mundo e morreu na Cruz às mãos dos malfeitores para nos salvar, desde que acreditássemos nele. Depois admiro-o enquanto homem, porque Jesus trouxe ao mundo uma nova esperança, trouxe-nos uma nova filosofia de vida. Ele curou os enfermos, deu vista aos cegos e fez andar os paralíticos, expulsou os demónios,perduou à prostituta, comeu com os pecadores, escolheu como apóstolos simples pescadores, transformou a água em vinho num casamento em Canaã e multiplicou os pães e os peixes, dividindo-os por todos para que todos ficassem saceados, após terem ouvido o seu sermão. Jesus deu a vida de modo voluntário por nós. Ele é o rei da glória. A todos os que não crêem em Cristo, se um dia o descobrirem ficarão muito felizes. Eu descobriu-o ainda em adolescente, ainda vacilei na fé durante algum tempo, mas continuo a acreditar nele e a admirá-lo enquanto homem que foi e enquanto Deus que é junto do pai celestial. Se todos nós fôssemos vinte por cento tão bons como Jesus foi e se os nossos governantes e senhores do dinheiro fossem dez ou vinte por cento como Jesus, o mundo estaria bem melhor e não viveríamos em tantas tribulações e tristezas, onde impera a injustiça, a discórdia, o ódio, a intolerância e a opressão.

segunda-feira, 19 de março de 2012

Aborto

Um dos temas de grande discussão há anos atrás foi o aborto. Uns dizem ser radicalmente contra porque defendem a vida, porque é pecado, porque Deus não quer, porque é um ato que não se deve cometer, por isso não deve ser livre, nem praticado em hospitais públicos. Outros dizem que o aborto deve ser livre, porque é um direito de opção das mulheres. Eu votei contra no referendo de 1998 e não votei em 2007, por estar a trabalhar longe. Por um lado, não fazia sentido a perseguição às mulheres que faziam aborto, até porque a maioria das que o faziam, muitas delas no estrangeiro, nunca lhes acontecia nada. Além disso, havia muita gente a ganhar com o aborto clandestino: parteiras, enfermeiras, médicos, clínicas privadas, etc. Eu sou contra ao aborto, mas não contra à liberalização. sou favorável à liberalização, porque cada um deve ser responsável pelo que faz nesta vida, além disso havia aborto clandestino e outras mulheres iam ao estrangeiro; também havia muita gente a ganhar com o aborto clandestino. Porém sou contra ao facto de se dier que as mulheres é que sabem, sem ser pela inseminação artfeficial, nenhuma mulher engravida sem um homem e após o nascimento, o pai é logo responsabiliado e chamado. Sou contra ao ato do aborto não só, porque tive uma educação conservadora e católica, continuando, apesar de mais afastado a respeitar na medida do possível a doutrina da Igreja que me viu crescer e a acreditar em Deus. Mas sou contra, sobreduto porque é destruir uma vida. A ciência vei comprovar o que a religião dizia à séculos, existe vida após o momento da conseção. Se acham que isso é treta, então vejam as ecografias e se forem sensiíveis mudam de opinião. Sou contra por razões de inclusão. Sou uma pessoa com deficiência visual e apesar de muitas vezes ser incompreendido e injustiçad pela sociedade gosto de cá andar e todos têm direito à vida. Só concordo com o aborto eugénico em situações graves de inviabilidade do feto, risco de morte da mulher ou caso se prove que nascerá com uma deficiência tão grave que a qualidade de vida, a autonomia ou o tempo de vida são muito baixos. Hoje, já nem deveria fazer sentido o aborto, porque existem imensos métodos contraceptivos que permitem evitar a conepção. O aborto é sempre ou deveria ser um último e trágico desfecho para uma gravidez e nunca a norma para quando não se quer ter um filho indesejado. Conclu9ndo, sou contra ao ato do aborto por diversas razões, neste momento mais por motivos científicos e de inclusão do que por motivos morais ou religiosos, muito embora estes motivos não sejam desprezíveis para mim. O que se deveria era apostar na vida, dar mais condições aos trabalhadores que queiram ter filhos e não este neoliberalismo cego que só vê a parte económica, o trabalho desregulado e a exploração, depois admiram-se das pessoas não quererem ter filhos e muitas vezes recorrerem ao aborto.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Inclusão

Um dos assuntos que me é mais caro é a inclusão, a par da cultura e de ciências religiosas. Todos nós sabemos que ao longo da história sempre houve exclusão dos mais fracos, pessoas com deficiência, escravatura daqueles que se dizia pertencerem a "uma raça inferior", etc. No entanto, estamos no 3º. milénio, temos de aprender alguma coisa com a história e os erros da humanidade em épocas anteriores. A A inclusão significa que, independentemente da etnia, situação económica, credo religioso, opções políticas, etc. todos têm direito a fazer parte da sociedade, trabalhaqndo para o bem comum em situação de equidade. Todos os autores referem inclusão mais ou menos da maneira como referi. A inclusão começa na escola, onde todos os meninos, independentemente da sua raça, origem social ou pelo facto de terem ou não uma deficiência, devem estar na mesma escola, a do seu bairro, freguesia, concelho e na mesma sala deaula, cabendo aos professores fazer pedagogia diferenciada. Muita gente tem atitudes contrárias à inclusão ou até a rejeita, continuando com velhos e arcaicos argumentos, felizmente já ultrapassados. Eu defendo a inclusão como um caminho para a igualdade entre os seres humanos e para a paz. No entanto, como também tenho uma deficiência sei dar o valor à inclusão e sei o que custa a discriminação e o preconcdeito. Por sentir na pele a exclusão e ver outros seres humanos à nossa volta a serem rejeitados por tere3m uma deficiência ou serem de outra cor é que eu decidi estudar a inclusão. Estou a desenvolver um mestrado uma dissertação de mestrado e preparo já material para futuros artigos científicos sobre o mesmo assunto, porque muito embora outras pessoas possam contribuir para a inclusão, muitas aproveitam-se dela só para ganhar dinheiro e ocupar postos de trabalho nas escolas universidades, IPSS, centros de reabilitação, etc. Felizmente, estou a fazer mestrado numa instituição dd de ensino superior - a Faculdade de Motricidade Humana oude as pessoas com deficiência são bem trata tratadas e onde parece não haver discriminação por parte dos docentes de lá, aliás estão sensibilizados para o problema. Muitos interrogam-se se valerá a pena falar de inclusão com este neoliberalismo que está aí. Pois, eu julgo que sim, até porque é um tema recente, a legislação que suporta a inclusão continua de ´pé, por isso há que acreditar, até porque Portugal irá à bancarrrota tal como a Grécia, mas depois do caos vem a ordem e Portugal recomeçará do zero, já fora do euro e talvez da União Europeia, irá encontrar novos mercados e novas formas de atividade económica e começará a crescer progressivamente e iremos sair da crise todos juntos, não só alguns, por isso vale a pena falar desse tempo que aí virá e de uma futura sociedade mais justa e mais solida´ria.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Um abraço aos gregos

A Grécia tem um papel fundamental na história, quer por ter sido o bero da democracia, da filosofia, poesia, etc. O grupo Bilderberg, um dos grupos que falei por diversas vezes no meu blog e que tem fortes ligações à maçonaria internacional, aos bancos e ao mundo da política escolheu a Grécia para iniciar a sua ordem mundial. eles nunca gostaram dos gregos, porque é um povo anarquista e difícil de controlar, por isso, e segundo eles, tinha-se de pisar bem fundo para destruir o seu orgulho, a sua cultura, a sua língua, a sua religião, em fim a sua identidade. Alguns banqueiros ajudaram os políticos gregos a esconder as cntas públicas, na altura da entrada no euro. Agora o país está quase na bancarrota e pediu nova ajuda, mas de nada vai valer, a grécia irá falir, irá sair do euro e depois será a escravatura total, um trabalho sem a mínima regulamentação, salários muitos baixos, desemprego, miséria, fome, etc. É isso que os capitalistas mundiais estão a fazer, agora à Grécia, mas daqui por pouco tempo a Itália, Espanha e ao nosso Portugal. O recente acordo de concertação social que o governo assinou com as organizações patronais com a benção especial da UGT visam desregulamentar ao máximo o trabalho, tornando-o precário e mal-pago, este será o início do fim não do emprego ara toda a vida, mas de uma forma de escravatura e de incerteza permanente para que as pessoas não tenham sequer domínio sobre si próprias. Ainda em relação à Grécia, a violência que se registou esta tarde é compreensível, não por eu defender a violência, mas se se esgotam as formas de diálogo, e outras formas de luta e o desespero se apodera de uma pessoa, as pessoas podem entrar em desespero e agredir, incendiar, destruir, etc. é condenável, mas compreende-se em situações limite e a culpa é dos agiotas e dos políticos gregos e não só que não souberam lidar com a situação e fizeram tudo para que se chegasse a este ponto. Um abraço para os irmãos gregos.