terça-feira, 1 de setembro de 2015

Em quem votar no próximo dia 4 de outubro? No PS não.

Falta um mês colhermos um novo governo, a continuidade ou a mudança. Eu sou daqueles que até acredito e considero que devia haver mudanças, mas o problema é que mudanças?
Queremos voltar a um governo irresponsável como foi o do PS entre 2005 e 2011 que quase lançou o país na bancarrota, que humilhou os professores e agitou o país com leis estranhas à nossa cultura e tradição? Valerá a pena voltar ao PS, uma vez que em Portugal, infelizmente não queremos outros partidos no governo, ou mantemos a coligação no poder.
Eu não sou do PSD, nem sequer do CDS, e também sofri os duros cortes no salário, mas agora pergunto e porquê? Tudo porque antes tivemos um governo fraco, incompetente e autista.
Sou professore e pessoalmente, julgo que as coisas nas escolas entre os professores, apesar dos cortes, estão mais serenas e trabalha-se melhor, a greve de 19 dias de 2013 também contribuiu para isso.


Este ano com o concurso consegui passar de quadro de zona da Madeira para quadro de agrupamento de escolas a 30 quilómetros de casa, consegui mudar de professor de Português, grupo 300 para o grupo de Educação Especial, 930 é o grupo de apoio à deficiência visual., um dos meus sonhos.
Em 2009, o PS fez um concurso horroroso, distorcido e com ilegalidades, não me queriam deixar concorrer ao Destacamento por condições Específicas, eu tenho baixa visão e por isso tenho direito à mobilidade por doença. Sempre consegui, e em 2009  só consegui com barulho. Além disso, parte das vagas foram preenchidas por um    pseudoconcurso que os diretores das TEIP - territórios Educativos de Intervenção Prioritária fizeram a mando do pesadelo Lurdes Rodrigues, do Rude Valter Lemos e do asqueiroso Jorge Pedreira. Com esses concursos eu nunca entraria, pois sabe-se bem que a maioria dos diretores são céticos em relação a pessoas como eu.
PS não, eu não quero voltar a ver cá a troika, não quero mais défices excessivos e dívidas públicas descontroladas, despesismos absurdos, subsidiodependência, perseguição a professores, jornalistas, juízes ou outros profissionais, promoção do aborto do género, da adoção de crianças por casais do mesmo sexo, pois o mesmo prejudica e deforma as crianças e os jovens, etc.
O que eu gostaria era de um governo de responsabilidade, um governo que valorize quem trabalha e quem investe, que respeite a dignidade humana de todos, que promova a inclusão, etc. Tudo isso não pode ser dado pelos socialistas. 
POR FAVOR NÃO VOTEM PS. O conselho é de um professor e escritor independente e sem interesses partidários.
    

quinta-feira, 5 de março de 2015

Coincidências...

Coincidências...  é o nome do meu sexto livro, depois de; A Vida e os Horizontes da Mudança, Os doze rapazes, Henrique Bexiga, O Pinhal e O Político X.
Coincidências... foi editado pela editora Folheto sediada em Leiria, contém 5 contos, 64 páginas em formato A5 e o seu custo é de 8.00€
Além do livro, par quem o solicitar, existem ficheiros que permitem a acessibilidade:_ braille, áudio e em texto simplificado e reduzido.

Sinope:
1. Coincidências Fantásticas:
Por coincidência, uma mulher da ilha Terceira Açores trabalhava para uma senhora que era colega e amiga de um homem cego. Os dois se conheceram e acedeu-se uma enorme paixão entre ambos, 
 2. O socialista:
 Por coincidência, um líder socialista chegou ao poder que era dos neoliberais, mas também ele defraudou os trabalhadores.
3, A minha última batalha:
Por coincidência, ensinava alunos que recusavam o conhecimento, mas encontrei noutr lugar do Universo alunos que queriam aprender. .
4.  O meu marido é:
Por Coincidência, muitas mulheres criticavam numa manhã, no café, os seus maridos, enquanto muitos deles trabalhavam arduamente. ...
5. A varanda do maçónico:

Por coincidência, no dia 15 de agosto, junto a uma romaria, um maçon olhava com desprezo para um seu ex-empregado, prejudicado por ele e  que solicitava esmola para  sobreviver.
- O meu site é:
www.luismferreira.no.comunidades.net
A próxima sessão de lançamento será no próximo dia 23 de aio (sábado) à tarde na Biblioteca Municipal de Leiria no terreiro.
Nas próximas semana/meses estarei com um pequeno carrinho em alguns locais da cidade de Lisboa. Já estive no Largo do rato, avenida da Liberdade e Cidade Universitária.
 

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Os gregos são maus e os portugueses também?

Os gregos são maus e os portugueses também, porque andaram a viver acima das suas possibilidades, logo merecem um grande castigo que é a austeridade. É assim que pensa Pedro Passos Coelho. Quem disse uma vez que se lixem as eleições e mandou os professores desempregados emigrar, também pode pensar que se lixem os portugueses. Ao longo destes quatro anos o que este governo soube fazer foi empobrecer os portugueses, sobretudo aqueles que trabalham e dentro destes um carinho muito especialíssimo para os funcionários públicos que têm de ser castigados, só porque um dia se empregaram num organismo público. O raciocínio desta gente é o seguinte: uma pessoa arranjou emprego numa empresa, logo deve agradecer ao patrão, nem que seja trabalhando e produzindo muito e ganhando pouco ou nada. Por outro lado, alguns arranjaram emprego no Estado, o qual tem como receitas os impostos, as taxas e os empréstimos, logo os funcionários públicos, para eles, são chulos, porque vivem à custa do restante povo, dos empresários e dos capitalistas que emprestaram o dinheiro. O povo português já só tem uma arma que deve utilizar no próximo outono. lixar o PSD e o CDS, fazer o que eles nos fizeram a nós. Enviá-los para a requalificação, para as feras. A troika e elejam. Bons foram os gregos que lutaram nas instituições comunitárias e já conseguiram alguma coisa pelo menos para quatro meses. Também nós temos de votar em alternativas. se o PS de António Costa não serve temos muitos partidos é só saber escolher em consciência e livre de chantagens.

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Grécia e Syrisa

Ninguém alguma vez esperou que um partido de esquerda, fora do leque de partidos socialistas que têm governado a Europa, viesse a ganhar as eleições na Grécia. Mas não é difícil compreender porque motivo este partido ganhou. Há cinco anos que a Grécia vive sob fortes medidas de restrição. Cortes nos salários, despedimentos na função pública, cortes nas reformas, mais impostos, 26% de desemprego, etc. Fica o aviso para a Europa, pois as suas medidas restritivas estão a ser o Holocausto económico dos povos do Sul. Assim como na Grécia ganhou o Syrisa, em Espanha pode ganhar o Podemos também de esquerda, na França a Frente Nacional de extrema-direita, etc. Em Portugal não temos alternativa, pois a seguir a este governo neoliberal de direita que corta nos salários e nas reformas e despede na função pública virá um governo peseudosocialista liderado por António Costa e coadjuvado pelos Socratinos Xuxas e pelo chantagista açoriano Carlos César que correu com professores continentais dos Açores mais o seu comparsa Álamo de Menezes. O que eles já propõem é coadoção e adoção de crianças por casais homossexuais e igualdade de género, e além destas medidas pró-maoçónicas o que propõem eles mais? Falam em restabelecer os feriados, mas todos ou só alguns. Para sermos justos deviam ser todos. Eu acredito que eles vão continuar com esta política, salvo alguns retoques leves. Acho também que eles se vão vingar, dos professores, dos polícias, dos juízes, etc. por causa do que tem acontecido a alguns socialistas, sobretudo ao pai ideológico do PS moderno, o Engenheiro José Sócrates. Devemos pensar em alternativas patrióticas de esquerda sem medo e não ligando às chantagens e à política do medo.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Fundamentalismo islâmico, religião ou fanatismo e violência?

Nos últimos tempos, temos vindo a assistir ao crescendo do extremismo islâmico não só no Iraque e na Síria, mas também no Mali, na Nigéria e agora até no ocidente como se viu há dias na França. Será isto uma nova religião? Será fundamentalismo? ou apenas política sobre a capa da religião? O que eles pretendem é criar um estado ditatorial que se vai expandindo pelo mundo, cuja única religião aceitável é o islamismo tal e qual eles defendem, mas isso são os autores morais destes movimentos, porque os combatentes deste alegado estado islâmico são homens e mulheres, muitas vezes marginais e criminosos, que se vão juntando a estes grupos extremistas para fazerem o que tanto gostam, matar, violentar, roubar, violar, etc. É certo que existem muitos membros deste estado que não eram marginais, mas são jovens que mesmo tendo tudo o que querem, não têm valores nem referências de vida. Isto não é religião nenhuma, eles estão a infringir as leis de Deus, pois o segundo dos dez mandamentos da Lei de Deus diz: não invocarás o santo nome de Deus em vão, o quinto mandamento diz não matarás e o sétimo não furtar nem reter ou injustamente danificar os bens do próximo. Deus quer que sejamos radicais, no sentido de não abandonarmos a nossa fé tradicional, não no sentido de fazer mal aos outros por causa da nossa fé. O Senhor Deus do Universo não quer a guerra e a violência, a Bíblia e o Alcorão assim o dizem, Nossa Senhora nas aparições que tem feito ao longo dos tempos tem falado sempre na paz e na concórdia entre os homens e Jesus Cristo disse na última ceia, antes de ser entregue à morte e na hora da fundação da Eucaristia: "amai-vos uns aos outros como eu vos amei".

sábado, 22 de junho de 2013

greve de professores contra à sua morte


Os professores, entre os quais eu, encontram, podendo continuar ou não mais uns dias. tem sido grande a solidariedade entre os docentes. Eu até não sou um grevista por sistema, nem sequer faço greve todas as vezes, mas esta, tal como a greve geral de dia 27 justificam-se, porque o que está em causa entre muitas outras coisas é o despedimento de trabalhadores. Muitos dizem que os funcionários públicos não são mais do que os outros e que os docentes são funcionários públicos como os outros, mas algumas questões deveriam servir para refletir: porque não estender ao privado alguns dos direitos que os funcionários públicos tinham até há poucos anos? Será que existem professores a mais, uma vez que se temos horários zero de um lado, temos contratados no mesmo grupo de recrutamento do outro. Os concursos deveriam servir para regular totalmente ou parcialmente esta situação. Os docentes estão menos tempo no local de trabalho do que os restantes trabalhadores, mas será que eles não têm trabalho de casa como preparar aulas, corrigir testes, etc, eu pelo menos tenho. Por isso mandar professores do quadro para o desemprego é apenas por uma questão ideológica de destruir a escola pública e diminuir os seus quadros para a tornar mais atrativa aos privados daqui a dois ou três anos.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Governo Português de dreita prepara-se para efetuar um Genocídio


"O governo autoritário de direita, a pretexto das medidas imostas pela Troika e na defesa dos santos mercados financeiros" prepara-se para fazer ou pelo menos para continuar o genocídio do povo português, parte do qual o elegeu e lhe deu o poder. Genocídio é o brutal aumento de impostos sobretudo para quem trabalha, recebe pouco e tem filhos para criar. Genocídio é a aplicação de uma taxa sobre os subsídios de doença e o subsídio de desemprego, como se as pessoas tivessem cula ou tivesse optado por estarem doentes ou desempregadas. Genocídio sobre os reformados que recebem baixas reformas e a quem se quer retirar uma parte, em vez de se cortar mais ainda em quem recebe mais de cinco mil euros de reforma. Genocídio é a falta de complacência com os milhares de pessoas que vão ficando desempregados, em grande parte devido às "reles" medidas do governo. Genocídio será o desmantelar progressivo do Estado Social, em nome do neoliberalismo e do Estado mínimo que essa gente sempre ambicionou conseguir e que está a conseguir agora. Genocídio será, muito em breve, o despedimento de milhares de funcionários públicos que apesar de estarem a receber um salário, contribuindo para o aumento da despesa do Estado, estão a exercer uma tarefa útil ao país e à sociedade e contribuem para a economia do país e com impostos para o Estado. Agora irão para o desemprego, os que ambicionarem de novo emigrar, terão de ir para o estrangeiro, deixando assim de pagar impostos, incumprindo em pagamento de eventuais empréstimos e deixando de consumir, contribuindo para mais falências e por conseguinte para mais desemprego. Essa gente não está lá para nos servir, mas sim para servir as elites financeiras e essa estrangeirada da Troika e dos m ercados que querem o aprofundamento da crise no Sul da Europa, Portugal, Espanha, Grécia, etc. para conseguirem eles salavar o sistema financeiro. Temos de deixar esses mercados, temos de deixar o euro que nosestá a matar aos poucos, temos de voltar ao setor primário, por muito que isso nos custe, temos de regressar à natureza porque ela garante o nosso sustento, se trabalharmos para isso. Deixemos esses senhores do governo a falar sozinhos, pois não há dinheiro para prestações sociais e para salários, mas há para pagar altos salários a assessores e "pseudoespecialistas" que acabaram agora a licenciatura, jovens que nem falar sabem, jovens que sabem metade do que eu sei, que sabem menos do que muitos mendigos. Não há dinheiro para reformas e salários, mas há para apoiar "ricalhaços" vindos sei lá de onde e com dinheiro obtido muitas vezes de forma imoral, mas que têm apoio deste governo só porque investem um milhão numa casa ou criam, ainda que temporariamente, dez postos de trabalho em Portugal. Aquela gente do governo que ganhou as eleições com demagogia, populismo, enganando e mentindo aos portugueses não merecem o país que têm, nem o povo que têm. Eles não percebem nada de economia, nada percebem de relações humanas e muito menos de dramas humanos, é vê-los falar de cultura, não dizem nada, não sabem nada. Eu punha-os vinte anos a trabalhar numa mina, porque essa gente não sabe o que é a vida e nunca trabalhou, mas sabem mandar os outros trabalhar para eles. Rua com eles, eles não são portugueses, que vão ter com os amigos dos mercados, com Angel Merkel, Duraão Barroso, etc.