Durante seis anos, vivemos num estado de ilusão, porque tivemos um primeiro-ministro que nos foi vendendo ilusões, segundo ele nós viviamos no paraíso, mas no final vimos que não, até porque foi ele mesmo a pedir ajuda externa.
Não me esqueço das perseguições, das calúnias,das mentiras, das leis malfeitoras, injustas e persecutórias que esse senhor e os seus seguidores fieram.
Eles perseguiram e maltrataram sobretudo os trabalhadores e dentro destes aos funcionários públicos. Os professores bem souberam o que sofreram, eu próprio enaqunto professor também sofri.
Se a direita está no poder, deve-se mais ao demérito desse PS e ao pânico que as pessoas sentiam em relação a José Sócrates do que ao mérito da direita. Além disso, este governo tem uma política mais coerente com os seus princípios ideológicos, enquanto os governos PS se diziam socialistas e de esquerda e faziam uma política tão ou mais à direita que a deste e de outros governos de direita e entre o original e o contrafeito, prefere-se sempre o original.
O povo português não é um povo, na sua maioria, de direita e descofia do liberalismo económico, até porque sofre com isso, mas o medo de continuar com a política desastrosa do PS levou o país a virar à direita.
Quanto a mim o ex-primeiro-ministro deveria ser detido e julgado por ter levado o país à ruína e ter semeado mais miséria edesemprego em Portugal.
Chegou a hora de julgar os políticos não só nas urnas, mas também nos tribunais. Qum não soube governar e mentiu aos portugueses só deverá ter um destino a cadeia para pagar por aquilo que fez e não uma pós-graduação em Filosofia na bela cidade de Paris.
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
terça-feira, 5 de julho de 2011
Portugal não é lixo
A decisão de uma agência financeira em colocar Portugal na categoria de lixo, alegando que o país não irá conseguir pagar as suas dívidas, não tem em conta aquilo que a União Europeia e o governo Português têm feito para implementar o plano de austeridade em clara obediência aos mercados financeiros.
Eu julgo que é tudo combinado lá entre os senhores das agências e dos mercados financeiros internacionais ou melhor dizendo pelos capitalistas especuladores que continuam a mostrar a sua frieza, crueldade e insensibilidade perante as multidões de pessoas que todos os dias trabalham e sofrem para enviar o dinheiro para essa corja de salteadores da dignidade humana.
Quem são esses senhores que agora apareceram para nos impor as suas regras. Antes de eles brilharem, já a Grecia tinha sido o berço da democracia e da filosofia. Antes deles aparecerem já Portugal tinha sido o pioneiro na espansão marítima e na globaliação, por isso, esses senhores que respeitem mais quem tem atrás de si uma longa história.
Para mim, agências finaceiras não passam de lixo mal cheiroso que só serve para nos ir retirando dias de vida e a qualidade de vida a que cada ser humano tem direito.
Eu julgo que é tudo combinado lá entre os senhores das agências e dos mercados financeiros internacionais ou melhor dizendo pelos capitalistas especuladores que continuam a mostrar a sua frieza, crueldade e insensibilidade perante as multidões de pessoas que todos os dias trabalham e sofrem para enviar o dinheiro para essa corja de salteadores da dignidade humana.
Quem são esses senhores que agora apareceram para nos impor as suas regras. Antes de eles brilharem, já a Grecia tinha sido o berço da democracia e da filosofia. Antes deles aparecerem já Portugal tinha sido o pioneiro na espansão marítima e na globaliação, por isso, esses senhores que respeitem mais quem tem atrás de si uma longa história.
Para mim, agências finaceiras não passam de lixo mal cheiroso que só serve para nos ir retirando dias de vida e a qualidade de vida a que cada ser humano tem direito.
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Portugal não é lixo
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Copiar nos exames e trabalhos
O recente escândalo dos alunos candidatos à magistratura que copiaram nos exames veio alertar o país para uma realidade muito comum nas escolas e universidades portuguesas.
Infelizmente, a maioria dos nossos jovens assume como natural, normal e bom copiar nos exames e nos testes ou mesmo nos trabalhos.
Ainda agora há dias na rua vi uma adolescente de doze ou treze anos a dizer ao telemóvel que só tinha copiado uma questão.
Já tive problemas com alunos e pais, por ter anulado testes ou por ter dito que alguns estudantes copiavam. Ainda no ano passado tive uma plateia de pais contra mim por eu ter feito queixa dos seus filhos que se portavam mal nas aulas e copiavam nos testes, mesmo com mais um colega meu na sala.
É uma vergonha, é falta de ética e não se julgue que é só nas escolas, no ensino superior é a mesma vergonha. Nas licenciaturas e nos mestrados não é raro ver estudantes a copiar integralmente trabalhos ou os livros dos autores sem quee depois os refiram. Quando nos exames alguns são apanhados e são penalizados ainda se revoltam.
Já fram três dissertações de doutoramento que recorreram ao plágio, uma em Braga, outra no Brasil e outra na Alemanha de um ministro que depois se teve de demitir.
Tudo tem a ver com a falta de valores, com o facilitismo, o desenrascanso, o querer passar por cima de tudo e de todos para alcançar o topo, enfim é o mundo que temos. Em Portugal, até já tivemos um primeir-ministro que terminou uma licenciatura ao domingo!
Espero que as coisas comecem a mudar e que o que aí vem: a catástrofe económica e uma nova aposta no mérito e no trabalho ensinem de novo as pessoas a readquirirem valores, comportamentos e bonsensos.
Infelizmente, a maioria dos nossos jovens assume como natural, normal e bom copiar nos exames e nos testes ou mesmo nos trabalhos.
Ainda agora há dias na rua vi uma adolescente de doze ou treze anos a dizer ao telemóvel que só tinha copiado uma questão.
Já tive problemas com alunos e pais, por ter anulado testes ou por ter dito que alguns estudantes copiavam. Ainda no ano passado tive uma plateia de pais contra mim por eu ter feito queixa dos seus filhos que se portavam mal nas aulas e copiavam nos testes, mesmo com mais um colega meu na sala.
É uma vergonha, é falta de ética e não se julgue que é só nas escolas, no ensino superior é a mesma vergonha. Nas licenciaturas e nos mestrados não é raro ver estudantes a copiar integralmente trabalhos ou os livros dos autores sem quee depois os refiram. Quando nos exames alguns são apanhados e são penalizados ainda se revoltam.
Já fram três dissertações de doutoramento que recorreram ao plágio, uma em Braga, outra no Brasil e outra na Alemanha de um ministro que depois se teve de demitir.
Tudo tem a ver com a falta de valores, com o facilitismo, o desenrascanso, o querer passar por cima de tudo e de todos para alcançar o topo, enfim é o mundo que temos. Em Portugal, até já tivemos um primeir-ministro que terminou uma licenciatura ao domingo!
Espero que as coisas comecem a mudar e que o que aí vem: a catástrofe económica e uma nova aposta no mérito e no trabalho ensinem de novo as pessoas a readquirirem valores, comportamentos e bonsensos.
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quarta-feira, 15 de junho de 2011
Regresso à Agricultura
Após anos de abandono da agricultura em que se encerraram escolas, materniadades, centros de saúde, repartições de finanças, etc. nas regiões rurais, fala-se de novo do regrsso à agricultura.
Como é que isso será possível se muita gente não tem terra para cultivar? Como é que será possível se as pessoas não têm dinheiro e se o acesso ao crédito é difícil e pode vir a trazer, no futuro, mais problemas às pessoas.
Como é que se vem agora falar nisso, tarde demais, depois de anos em que se dava subsídios para abandonar as terras. Subsídios esses dados pela PAC (Política Agricola Comum) da União Europeia e que os nossos políticos, sem visão de futuro assinaram e saudaram.
A ideia está certa, mas será que ainda irá a tempo de salvar Portugal 5bancarrota e da catastrofe social e conómica que se avizinha.
Será que irá contribuir para o repovoamento do interior, a descida do desemprego, o aumento da produtividade e a subida das exportações?
Como é que isso será possível se muita gente não tem terra para cultivar? Como é que será possível se as pessoas não têm dinheiro e se o acesso ao crédito é difícil e pode vir a trazer, no futuro, mais problemas às pessoas.
Como é que se vem agora falar nisso, tarde demais, depois de anos em que se dava subsídios para abandonar as terras. Subsídios esses dados pela PAC (Política Agricola Comum) da União Europeia e que os nossos políticos, sem visão de futuro assinaram e saudaram.
A ideia está certa, mas será que ainda irá a tempo de salvar Portugal 5bancarrota e da catastrofe social e conómica que se avizinha.
Será que irá contribuir para o repovoamento do interior, a descida do desemprego, o aumento da produtividade e a subida das exportações?
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segunda-feira, 6 de junho de 2011
Portugal que futuro
O resultado eleitorais de ontem indicam a vontade de mudança dos portugueses. No entanto, será que o resultado eleitoral irá espelhar essa mudança?
1. Os partidos que ganharam terão de cumprir o acordo com a tróika, tal como se fosse o PS a ganhar;
2. A crise económica e social, o nível de endividamento e o défice estrutral do Estado não dão a ninguém a possibilidade de melhorar substancialmente as coisas;
3. Os partidos que ganharam também não irão facilitar a vida a ninguém, até porque já foram falando na privatização da saúde, da água, etc. bens essenciais à vida humana nas mãos de especuladores e abutres financeiros.
4. O PS que acaba de perder as eleições com uma pesada derrota, uma vez que as pessoas estavam fartas das faltas de verdade e de transparência do primeiro-ministr - José Sócrates que nos trouxe até a esta situação de quase bancarrota. O próprio PS assinou o acordo com a Tróika, por isso, nunca iria fazer muito melhor do que a direita.
5. A esqeurda que está sem força e que se limita a contestar, deveria ter oferecido uma alternativa de governo ao país. Aliás, a esquerda terá de se renovar para, num contexto europeu, uma vez que a esquerda europeia que tem estado em plena queda vai voltar, oferecer uma governação que não esteja unicamente à merê da vontade dos banqueiros, dos mercados financeiros e dos grandes interesses económicos.
Quanto ao futuro o que nos espera?
Nada. temos de trabalhar, não autónomos para encher os bolsos dos capitalistas ou para engordar as clientelas governativas, mas sim para podermos sobreviver e ser autónomos face aos poderes político e económico.
1. Os partidos que ganharam terão de cumprir o acordo com a tróika, tal como se fosse o PS a ganhar;
2. A crise económica e social, o nível de endividamento e o défice estrutral do Estado não dão a ninguém a possibilidade de melhorar substancialmente as coisas;
3. Os partidos que ganharam também não irão facilitar a vida a ninguém, até porque já foram falando na privatização da saúde, da água, etc. bens essenciais à vida humana nas mãos de especuladores e abutres financeiros.
4. O PS que acaba de perder as eleições com uma pesada derrota, uma vez que as pessoas estavam fartas das faltas de verdade e de transparência do primeiro-ministr - José Sócrates que nos trouxe até a esta situação de quase bancarrota. O próprio PS assinou o acordo com a Tróika, por isso, nunca iria fazer muito melhor do que a direita.
5. A esqeurda que está sem força e que se limita a contestar, deveria ter oferecido uma alternativa de governo ao país. Aliás, a esquerda terá de se renovar para, num contexto europeu, uma vez que a esquerda europeia que tem estado em plena queda vai voltar, oferecer uma governação que não esteja unicamente à merê da vontade dos banqueiros, dos mercados financeiros e dos grandes interesses económicos.
Quanto ao futuro o que nos espera?
Nada. temos de trabalhar, não autónomos para encher os bolsos dos capitalistas ou para engordar as clientelas governativas, mas sim para podermos sobreviver e ser autónomos face aos poderes político e económico.
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segunda-feira, 23 de maio de 2011
Eleições e futuro
Muitos portugueses estão descontentes e indecisos quanto ao voto do dia 5 de Junho.
De facto, os acontecimentos a que têm ocorrido entre os políticos, dos principais partidos, levam-nos a questionar se vale a pena.
Vale a pena sim, claro que não temos queou regionalistas, votar sempre no PS, PSD ou eventualmente no CDS. Temos a CDU e o BE, mas para quem não gosta destas forças políticas ou da sua ideologia e modelo de sociedade temos forças políticas para todos os gostos desde a extrema-esquerda à extrea-direita, passando por partidos ecologistas, monárquicos, regionais antiaborto, etc.
Sócrates e o PS não podem lá ficar mais, já lá estão há seis anos e foram os principais responsáveis pela situação de pré-falência a que chegou o país.
O PSD tambem não interessa, eles só pensam em privatizar, liberalizar despedimentos, reduzir os pobres a meros objectos de caridade, enfim, instalar a lei do mais forte. Além disso, eles apoiaram, nos últimos anos o governo de Sócrates, chegaram a defender o despedimento de funcionários públicos num congresso, o que até arrancou uma salva de palmas e foi um governo PSD, liderado por Durão Barroso e apoiado e comparticipado por Paulo Portas a trazer para Portugal a crise e as falências e deslocalizações de empresas.
Está na hora da mudança, alternativas existem, está nas nossas mãos, os mesmos não merecem lá ficar, pois já basta trinta e tal cnos de PS, PSD, CDS. Vamos ter a coragem de mudar e de dar uma lição a muitos dos nossos políticos. É claro que melhor não virá, porque o país está falido, mas pior também não virá.
De facto, os acontecimentos a que têm ocorrido entre os políticos, dos principais partidos, levam-nos a questionar se vale a pena.
Vale a pena sim, claro que não temos queou regionalistas, votar sempre no PS, PSD ou eventualmente no CDS. Temos a CDU e o BE, mas para quem não gosta destas forças políticas ou da sua ideologia e modelo de sociedade temos forças políticas para todos os gostos desde a extrema-esquerda à extrea-direita, passando por partidos ecologistas, monárquicos, regionais antiaborto, etc.
Sócrates e o PS não podem lá ficar mais, já lá estão há seis anos e foram os principais responsáveis pela situação de pré-falência a que chegou o país.
O PSD tambem não interessa, eles só pensam em privatizar, liberalizar despedimentos, reduzir os pobres a meros objectos de caridade, enfim, instalar a lei do mais forte. Além disso, eles apoiaram, nos últimos anos o governo de Sócrates, chegaram a defender o despedimento de funcionários públicos num congresso, o que até arrancou uma salva de palmas e foi um governo PSD, liderado por Durão Barroso e apoiado e comparticipado por Paulo Portas a trazer para Portugal a crise e as falências e deslocalizações de empresas.
Está na hora da mudança, alternativas existem, está nas nossas mãos, os mesmos não merecem lá ficar, pois já basta trinta e tal cnos de PS, PSD, CDS. Vamos ter a coragem de mudar e de dar uma lição a muitos dos nossos políticos. É claro que melhor não virá, porque o país está falido, mas pior também não virá.
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Mataram Bin Laden
Para muitos a captura e morte de Bin Laden foi o fim de uma era, para alguns até foi motivo de festa como se não tivesse morrido um ser humano ainda que mau. Para muitos foi o fim do terrorismo, nada mais errado, porque muitos terroristas se lhe hão-de suceder.
Além dos terroristas profissionais ou amadores que proliferam nas redes clandestinas terroristas que têm sido responsáveis por milhares de mortos e pela destruição de muitas infra-estruturas, temos os terroristas de Estado.
Os terroristas de Estado são bem mais e ainda mais perigosos, porque utilizam os meios do estado, pagos por todos nós para nos destruír.
São duas as categorias de terroristas de Estado:
1º. Aqueles que como Hitler, Mao, Estaline, Bush, Kadaff, Saddam, etc. mataram milhões de seres humanos, muitas vezs da sua própria nação.
2º. Os terroristas soft que não matam directamente ninguém, mas que vão matando silenciosamente, através da gestão criminosa do herário público, obrigando depois os cidadãos a esforços incríveis para repor o equilíbrio das contas públicas. Ou então, aqueles que vão retirando, indexplicavelmente, os direitos dos cidadãos em geral e dos trabalhadores em particular para depois favorecerem uma pseudo-elite que se julga sábia e capaz de nos governar, mas que nada mais faz do que nos causar o sofrimento, impedindo muitas vezess a concretização de projectos de vida e impossibilitando a mobilidade social de de muitos seres humanos com talento ou com trabalho feito, mas que não é valorizado.
Terroristas destes temos muitos não só em Portugal, mas um pouco por toda a Europa e mesmo em outros continente, sendo estes os mais perigosos, porque não actuam na clandestinidade, mas nos bastidores ocultos do poder, utilizando o mesmo para reprimir das mais diversas formas os cidadãos.
Além dos terroristas profissionais ou amadores que proliferam nas redes clandestinas terroristas que têm sido responsáveis por milhares de mortos e pela destruição de muitas infra-estruturas, temos os terroristas de Estado.
Os terroristas de Estado são bem mais e ainda mais perigosos, porque utilizam os meios do estado, pagos por todos nós para nos destruír.
São duas as categorias de terroristas de Estado:
1º. Aqueles que como Hitler, Mao, Estaline, Bush, Kadaff, Saddam, etc. mataram milhões de seres humanos, muitas vezs da sua própria nação.
2º. Os terroristas soft que não matam directamente ninguém, mas que vão matando silenciosamente, através da gestão criminosa do herário público, obrigando depois os cidadãos a esforços incríveis para repor o equilíbrio das contas públicas. Ou então, aqueles que vão retirando, indexplicavelmente, os direitos dos cidadãos em geral e dos trabalhadores em particular para depois favorecerem uma pseudo-elite que se julga sábia e capaz de nos governar, mas que nada mais faz do que nos causar o sofrimento, impedindo muitas vezess a concretização de projectos de vida e impossibilitando a mobilidade social de de muitos seres humanos com talento ou com trabalho feito, mas que não é valorizado.
Terroristas destes temos muitos não só em Portugal, mas um pouco por toda a Europa e mesmo em outros continente, sendo estes os mais perigosos, porque não actuam na clandestinidade, mas nos bastidores ocultos do poder, utilizando o mesmo para reprimir das mais diversas formas os cidadãos.
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