Uma semana após a queda da ditadura da maioria absoluta do PS que tanto mal fez ao país e a tantos portugueses, apraz-me os resultados:
1- O PS já não tem maioria absoluta tal como ambicionava para continuar a sua arrogância e prepotência perante a oposição e sobretudo perante o povo trabalhador de Portugal, desde os agricultores aos professores;
2 - Agora o governo é obrigado a negociar lei a lei, orçamento a orçamento com os partidos da oposição, sejam eles quais forem;
3 - Determinadas leis como a avaliação dos professores, a da indexação das reformas à taxa de inflação, etc. poderão ser revistas em sede parlamentar;
4 - Os professores, os maiores prejudicados pela governação anterior, poderão finalmente assistir a mudanças positivas não só na sua carreira profissional como também no funcionamento das escolas. Já na legislatura que agora finda os projectos-de-lei que previam a suspensão da avaliação de professores e a substituição do modelo de avaliação foram rejeitados por pouco: o do Bloco de Esquerda só não passou por um voto e o do CDS só não passou por dois votos;
5 - Os governos, sejam eles de que partido forem, mas sobretudo os do PS, não podem mais ignorar, prejudicar e até ridicularizar uma ou mais classes profissionais. Afinal, ninguém gosta de ser maltratado e depois ir de novo fazer o favor de apoiar quem o maltratou e pretende continuar a fazê-lo.
Agora sim, apetece-me dizer: viva a democracia, viva Portugal que acabou de dar uma lição de democracia aos políticos.
domingo, 4 de outubro de 2009
sábado, 12 de setembro de 2009
Patrocínios
Como é do conhecimento, sobretudo de quem lê este blogue ou a minha pequena página, eun tenho já três livros editados, dois de contos e uma novela.
Recentemente, terminei um romance e estou já a mais de meio de mais um livro.
Quer a editora Ecopy, com quem tenho trabalhado, quer outras com quem posso vir a trabalhar aceitam patrocínios de empresas, fundações autarquias ou pessoas em nome individual.
Os custos de um patrocínio dependem das editoras e dos livros, podem ser, quinhentos, mil, dois mil euros.
Qual a vantagem dos patrocínios?
O autor terá maior visibilidade junto das pessoas, logo poderá vender mais livros, o que evidentemente é óptimo.
Para os patrocinadores existem mais vantagens:
1. - benefícios fiscais em sede de IRS ou de IRC;
2. - publicidade no livro à(s) entidade(s) patrocinadoras;
3. - uma determinada quantidade de livros, mas depende da editora e do valor do patrocínio, quantidade essa que a entidade pode oferecer ou até vender, recuperando assim o valor ou parte do valor do patrocínio.
Aceito patrocínios de qualquer entidade, excepto se esta exercer
actividades que vão contra aos meus princípios como a venda de armas, o tráfico de pessoas ou bens, o branqueamento de capitais, a evasão fiscal, ou a prática de actos terroristas.
Recentemente, terminei um romance e estou já a mais de meio de mais um livro.
Quer a editora Ecopy, com quem tenho trabalhado, quer outras com quem posso vir a trabalhar aceitam patrocínios de empresas, fundações autarquias ou pessoas em nome individual.
Os custos de um patrocínio dependem das editoras e dos livros, podem ser, quinhentos, mil, dois mil euros.
Qual a vantagem dos patrocínios?
O autor terá maior visibilidade junto das pessoas, logo poderá vender mais livros, o que evidentemente é óptimo.
Para os patrocinadores existem mais vantagens:
1. - benefícios fiscais em sede de IRS ou de IRC;
2. - publicidade no livro à(s) entidade(s) patrocinadoras;
3. - uma determinada quantidade de livros, mas depende da editora e do valor do patrocínio, quantidade essa que a entidade pode oferecer ou até vender, recuperando assim o valor ou parte do valor do patrocínio.
Aceito patrocínios de qualquer entidade, excepto se esta exercer
actividades que vão contra aos meus princípios como a venda de armas, o tráfico de pessoas ou bens, o branqueamento de capitais, a evasão fiscal, ou a prática de actos terroristas.
domingo, 6 de setembro de 2009
Promontório da Lua de Alice Vieira
Num quintal de Cascais, tendo em fente o mar e ao fundo o Promontório da Lua, actualmente conhecido por Cabo da Roca, existia uma palmeira centenária com vinte e três metros de altura. Antes de ser cortada para dar lugar à passagem de uma estrada, em 1939, ela narrou toda a sua história.
Segundo a lenda junto dela, D. Afonso Henriques combinou com os cruzados a conquista de Lisboa aos Mouros.
Segundo a lenda junto dela, D. Afonso Henriques combinou com os cruzados a conquista de Lisboa aos Mouros.
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Kissange
Chama-se Cristina Sant'Ana Costa, nasceu em Angola onde passou a sua infância e adolescência.
A beleza das paisagens angolanas parece ter inspirado esta poetisa ao longo de toda a sua obra literária, a qual tem sempre como cenário Angola.
Ainda durante os seus tempos de estudante no Liceu Gabela, ela publicou poesia em vários jornais e revistas
Em 1999 publicou o seu livro de poesia "Murmúrios do Búzio" e em 2001 publicou "Na origem profunda do meu ser", ambos esgotaram as respectivas primeiras edições. Em 2003 publicou "Kissange".
É plurifacetada nas actividades, cursos e gostos.
Estudou Medicina, tem o curso de Gestão Internacional de Negócios e Top Management. Colaborou em diversos órgãos de imprensa.
Ao escrever expresa a sua sensibilidade e um olhar atento ao que a circunda. Kissange é um reportório de recordações da sua Terra Natal.
Kissange é o nome de um instrumento musical, adoptado por todas as tribos angolanas. É constituída por caixa de ressonância e palhetas metálicas.
Kissange
Ritmo vibtrante
que nasce inebriante
acordando a noite...
Sem feiticeiros,
saltos,
despidos,
dispersos...
irrompem na cadência
da África misteriosa...
Kissange sem disfarce,
nu, doce e ardente,
mistura de carícia
em plácida harmonia...
A beleza das paisagens angolanas parece ter inspirado esta poetisa ao longo de toda a sua obra literária, a qual tem sempre como cenário Angola.
Ainda durante os seus tempos de estudante no Liceu Gabela, ela publicou poesia em vários jornais e revistas
Em 1999 publicou o seu livro de poesia "Murmúrios do Búzio" e em 2001 publicou "Na origem profunda do meu ser", ambos esgotaram as respectivas primeiras edições. Em 2003 publicou "Kissange".
É plurifacetada nas actividades, cursos e gostos.
Estudou Medicina, tem o curso de Gestão Internacional de Negócios e Top Management. Colaborou em diversos órgãos de imprensa.
Ao escrever expresa a sua sensibilidade e um olhar atento ao que a circunda. Kissange é um reportório de recordações da sua Terra Natal.
Kissange é o nome de um instrumento musical, adoptado por todas as tribos angolanas. É constituída por caixa de ressonância e palhetas metálicas.
Kissange
Ritmo vibtrante
que nasce inebriante
acordando a noite...
Sem feiticeiros,
saltos,
despidos,
dispersos...
irrompem na cadência
da África misteriosa...
Kissange sem disfarce,
nu, doce e ardente,
mistura de carícia
em plácida harmonia...
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Entre o Sono e o Sonho
Entre o Sono e o Sonho - é o segundo volume da antologia de poesia contemporânea, editada pela Chiado Editora, uma editora jovem, mas que se tem transformado numa empresa de referência a nível nacional, no campo da edição.
Tal como o I volume desta antologia poética, o objectivo desta segunda é revelar a poesia de pessoas anónimas, muitas das quais com enorme talento para a poesia, mas a quem até agora nunca foram dadas possibilidades de revelar a sua criatividade poética.
Estas edições contam com a colaboração do Portal de Lisboa, cujos contactos são:
Telefone: 217266394
Fax: 217266396
correio.portallisboa@gmail.com
É uma oportunidade excelente para, a muito baixo custo e sem grandes preocupações poder editar os seus poemas que há muito estão na gaveta.
Tal como o I volume desta antologia poética, o objectivo desta segunda é revelar a poesia de pessoas anónimas, muitas das quais com enorme talento para a poesia, mas a quem até agora nunca foram dadas possibilidades de revelar a sua criatividade poética.
Estas edições contam com a colaboração do Portal de Lisboa, cujos contactos são:
Telefone: 217266394
Fax: 217266396
correio.portallisboa@gmail.com
É uma oportunidade excelente para, a muito baixo custo e sem grandes preocupações poder editar os seus poemas que há muito estão na gaveta.
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Entre o Sono e o Sonho
sexta-feira, 31 de julho de 2009
Café Martinho da Arcada
Em plena Baixa de Lisboa, na rua da Alfândega, desde 1782, que o café Martim da Arcada tem sido palco de encontros culturais, turtúlias, etc. foi lá que Fernando Pessoa escreveu, possivelmente muitos dos bonitos poemas do seu hortónimo e dos seus hecterónimos. Lugar de passagem de muitos turistas, lisboetas e intelectuais portugueses e estrangeiros.
A câmara municipal de Lisboa, alterou os seus planos de trânsito, facto que levou a passarem cerca de 150 autocarros por hora junto àquele café, obrigando as pessoas a fugierem da esplanada e poluindo fortemente aquele local. Este facto, levou à diminuição de clientes, logo a prejuízos elevadíssimos daquele estabelecimento, ao ponto de o seu proprietário ponderar já o seu encerramento até ao fim do ano.
No Porto a câmara aprovou a privatização, com os votos favoráveis do PS, PSD e CDS, do Pavilhão Rosa Mota e do Palácio de Cristal, sendo estes espaços ocupados no futuro por empreendimentos turísticos.
Agora fala-se na privatização da mata que circunda o estádio nacional. Aquele espaço que é público, portanto de todos nós, passará a ser um campo de golfe, logo só de alguns.
De facto estes políticos que nos governam, sejam eles do governo ou das câmaras não têm princípios de ética e de dever público, são uns autênticos vendilhões do templo, ao aniquilarem o património público ou privado que tem como características o facto de ser património histórico, cultural ou natural. Para mim qualquer governo ou autarquia, independentemente da sua cor, que não respeite as pessoas, a natureza ou o património histórico, cultural ou natural, os quais fazem parte da soberania nacional, não serve, devendo ser substituídos logo que for possível.
Estamos a atravessar uma fase em que os governos e parte das autarquias são demasiado materialistas, preocupando-se apenas com as estatísticas, o crescimento dos grandes grupos económicos, com as obras de alcatrão e cimento armado e com o dinheiro e nada com as pessoas, o seu bem-estar e o seu modo de vida.
Deveríamos reflectir sobre isto, dado que no futuro as consequências desta forma de governar no presente serão catastróficas.
É por isso, que deveríamos apostar nos pensadores, não do dinheiro, pois para isso temos todos os dias os banqueiros e os economistas liberais na televisão, mas sim em pensadores do Homem.
A câmara municipal de Lisboa, alterou os seus planos de trânsito, facto que levou a passarem cerca de 150 autocarros por hora junto àquele café, obrigando as pessoas a fugierem da esplanada e poluindo fortemente aquele local. Este facto, levou à diminuição de clientes, logo a prejuízos elevadíssimos daquele estabelecimento, ao ponto de o seu proprietário ponderar já o seu encerramento até ao fim do ano.
No Porto a câmara aprovou a privatização, com os votos favoráveis do PS, PSD e CDS, do Pavilhão Rosa Mota e do Palácio de Cristal, sendo estes espaços ocupados no futuro por empreendimentos turísticos.
Agora fala-se na privatização da mata que circunda o estádio nacional. Aquele espaço que é público, portanto de todos nós, passará a ser um campo de golfe, logo só de alguns.
De facto estes políticos que nos governam, sejam eles do governo ou das câmaras não têm princípios de ética e de dever público, são uns autênticos vendilhões do templo, ao aniquilarem o património público ou privado que tem como características o facto de ser património histórico, cultural ou natural. Para mim qualquer governo ou autarquia, independentemente da sua cor, que não respeite as pessoas, a natureza ou o património histórico, cultural ou natural, os quais fazem parte da soberania nacional, não serve, devendo ser substituídos logo que for possível.
Estamos a atravessar uma fase em que os governos e parte das autarquias são demasiado materialistas, preocupando-se apenas com as estatísticas, o crescimento dos grandes grupos económicos, com as obras de alcatrão e cimento armado e com o dinheiro e nada com as pessoas, o seu bem-estar e o seu modo de vida.
Deveríamos reflectir sobre isto, dado que no futuro as consequências desta forma de governar no presente serão catastróficas.
É por isso, que deveríamos apostar nos pensadores, não do dinheiro, pois para isso temos todos os dias os banqueiros e os economistas liberais na televisão, mas sim em pensadores do Homem.
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Café Martinho da Arcada
sábado, 4 de julho de 2009
Campanha Eleitoral
Pedindo desde já desculpa por esta entrada, mas em breve voltarei aos livros e a falar de cultura. Sou um cidadão português que me interesso, pelo menos por enquanto com o futuro da nação, pelo que tomei a liberdade de digitalizar a mensagem que se segue:
Não pertenço a nenhum partido político, porém tenho as minhas preferências e assumo-me como um homem de esquerda socialista, mas sem ter nada a ver com o PS. Não pretendo participar na campanha eleitoral, no entanto fui um dos milhões de portugueses prejudicados por este governo que se limitou a salvar bancos e a apoiar grandes grupos económicos. Além disso, amigos meus pediram-me para divulgar o que se segue abaixo.
Apenas duas notas:
1. Não sou dono do voto de ninguém, mas aconselho o voto à esquerda do PS, eles nunca lá estiveram e pelo menos não defendem a privatização de tudo e o fim da função pública e das regras laborais.
2. A mensagem que se segue não deve ser só para os funcionários públicos, de facto muito atingidos, mas também para os funcionários das empresas privadas, agricultores, pequenos e médios empresários, comerciantes, artistas, desempregados, pessoas com deficiência, entre tantos outros atingidos. Vamos mostrar a estes que se dizem governar-nos e que se intitulam de socialistas, mas que estão de má fé para com as pessoas, estando sempre a legislar no sentido de nos prejudicar em como somos inteligentes e capazes de lhes dar uma lição de democracia.
A mensagem que me enviaram foi esta:
FUNCIONÁRIOS PUBLICOS e PSP - O TEU FUTURO SÓDEPENDE DE TI - LEI 12-A
O TEU FUTURO SÓ DEPENDE DE TI.
... assim chegará aos 700 000 funcionários públicos, que deixaram de o ser desde 1 de Janeiro de 2009 com a Lei 12-A.
Sr. Primeiro Ministro
É verdade, se o PS não tivesse a maioria, o Governo nunca teria tido a coragem de insultar publicamente os funcionários públicos, de fazer tudo para colocar a população contra nós, de alterar os direitos adquiridos para a aposentação, nem de aprovar o novo regime de Vínculos Carreiras e Remunerações que acaba com as carreiras, as garantias que tínhamos e os direitos adquiridos que tínhamos, que é um insulto a quem presta tão nobre serviço à Nação.
Não tinha procedido a despedimentos, para de seguida contratar novos colegas, com quem simpatiza mais.
Não tinha criado o SIADAP desta forma, para promover e contemplar quem dá graxa aos chefes, e impedido a carreira a quase todos os funcionários. Não chega uma vida inteira para chegar ao meio da carreira em muitas situações.
Não tinha criado um sistema de escolha dos dirigentes que fazem o que lhe interessa, podendo até serem de fora do sistema, acabando com os concursos e com as oportunidades para os que são já funcionários públicos experientes e reconhecidos.
NÃO TINHA DESTRUÍDO A FUNÇÃO PUBLICA, DEIXANDO O VAZIO, POIS ATÉ NEM SABE O QUE É, ESTA NOBRE FUNÇÃO DE SERVIR TODOS, INDEPENDENTE DAS RAÇAS, SITUAÇÃO SOCIAL E ASCENDÊNCIA FAMILIAR
As maiorias só favorecem os poderosos, as classes trabalhadoras que produzem riqueza saem sempre a perder. É fácil para quem tem vencimentos chorudos vir à televisão pedir para que apertemos o cinto.
Chegou o momento de ajustar contas com o PS. Se este partido tivesse menos de 1% dos votos expressos nas últimas eleições, não teria a maioria e nunca teria tido a coragem de promover todas estas enormes afrontas . Somos 700 000, o equivalente a 14% dos votos nacionais expressos. Se nas próximas eleições, que são dentro de 5 meses, grande parte dos funcionários votarem em massa em todos os partidos excepto no PS, este partido não só não terá mais a maioria mas perderá as próximas eleições e será a oportunidade soberana de devolver ao Sr. Sócrates as amêndoas amargas que ofereceu aos funcionários públicos.
Colegas, quem foi capaz de aguentar a perseguição, a desmotivação, a perda de horizontes para a sua vida, sentir que pode ser despedido a qualquer momento com os mapas anuais de pessoal, também consegue nas próximas legislativas dirigir-se à sua assembleia de voto e votar a derrota do PS.
Em Portugal há partidos para todos os gostos, quer à direita quer à esquerda do PS, é só escolher; maiorias nunca mais. Os funcionários públicos, para além de terem a capacidade de retirarem a maioria ao PS, têm a capacidade de o derrotar, basta para isso que convençam metade dos maridos ou mulheres, metade dos seus filhos maiores, metade dos seus pais e um vizinho a não votar PS, e já são mais de 1 000 000.
Os Funcionários Públicos deverão estar unidos, esta união deverá ser para continuar,
e têm uma ferramenta poderosa ao seu alcance, a Internet, que nos põe em contacto permanente uns com os outros.
Façamos contas:
Se esta mensagem vai ser enviada a 10 colegas. Se cada um dos colegas enviar a mais 10 dá 100.
Se estes enviarem a mais 10 dá 1000. Se estes enviarem a mais 10 dá 10 000.
Se estes enviarem a mais 10 dá 100 000.
Se estes enviarem a mais 10 dá 1 000 000.
Assim se vê a nossa força. Não a menosprezes. Usa-a. Se não estarás cada vez pior como tens visto, sem esperares nenhuma alteração à situação que te foi criada.
Rapidamente todos os colegas e seus familiares ficarão a saber a informação que ela contém e a sua força.
O SEU FUTURO SÓ DEPENDE DE VOCÊ
ESTÁ NAS SUAS MÃOS
O FUTURO DE PORTUGAL NÂO EXISTE. ESSE É INERTE. EXISTE SIM O SEU FUTURO E ISSO DEPENDE DE VOCÊ.
CRIE A CORAGEM DE MUDAR.
NÂO VOTE NUMA BANDEIRA. VOTE NA CABEÇA QUE A LIDERA.
APRENDA A SER VOCÊ MESMO.
Começou oficialmente a campanha eleitoral dos FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS
Não pertenço a nenhum partido político, porém tenho as minhas preferências e assumo-me como um homem de esquerda socialista, mas sem ter nada a ver com o PS. Não pretendo participar na campanha eleitoral, no entanto fui um dos milhões de portugueses prejudicados por este governo que se limitou a salvar bancos e a apoiar grandes grupos económicos. Além disso, amigos meus pediram-me para divulgar o que se segue abaixo.
Apenas duas notas:
1. Não sou dono do voto de ninguém, mas aconselho o voto à esquerda do PS, eles nunca lá estiveram e pelo menos não defendem a privatização de tudo e o fim da função pública e das regras laborais.
2. A mensagem que se segue não deve ser só para os funcionários públicos, de facto muito atingidos, mas também para os funcionários das empresas privadas, agricultores, pequenos e médios empresários, comerciantes, artistas, desempregados, pessoas com deficiência, entre tantos outros atingidos. Vamos mostrar a estes que se dizem governar-nos e que se intitulam de socialistas, mas que estão de má fé para com as pessoas, estando sempre a legislar no sentido de nos prejudicar em como somos inteligentes e capazes de lhes dar uma lição de democracia.
A mensagem que me enviaram foi esta:
FUNCIONÁRIOS PUBLICOS e PSP - O TEU FUTURO SÓDEPENDE DE TI - LEI 12-A
O TEU FUTURO SÓ DEPENDE DE TI.
... assim chegará aos 700 000 funcionários públicos, que deixaram de o ser desde 1 de Janeiro de 2009 com a Lei 12-A.
Sr. Primeiro Ministro
É verdade, se o PS não tivesse a maioria, o Governo nunca teria tido a coragem de insultar publicamente os funcionários públicos, de fazer tudo para colocar a população contra nós, de alterar os direitos adquiridos para a aposentação, nem de aprovar o novo regime de Vínculos Carreiras e Remunerações que acaba com as carreiras, as garantias que tínhamos e os direitos adquiridos que tínhamos, que é um insulto a quem presta tão nobre serviço à Nação.
Não tinha procedido a despedimentos, para de seguida contratar novos colegas, com quem simpatiza mais.
Não tinha criado o SIADAP desta forma, para promover e contemplar quem dá graxa aos chefes, e impedido a carreira a quase todos os funcionários. Não chega uma vida inteira para chegar ao meio da carreira em muitas situações.
Não tinha criado um sistema de escolha dos dirigentes que fazem o que lhe interessa, podendo até serem de fora do sistema, acabando com os concursos e com as oportunidades para os que são já funcionários públicos experientes e reconhecidos.
NÃO TINHA DESTRUÍDO A FUNÇÃO PUBLICA, DEIXANDO O VAZIO, POIS ATÉ NEM SABE O QUE É, ESTA NOBRE FUNÇÃO DE SERVIR TODOS, INDEPENDENTE DAS RAÇAS, SITUAÇÃO SOCIAL E ASCENDÊNCIA FAMILIAR
As maiorias só favorecem os poderosos, as classes trabalhadoras que produzem riqueza saem sempre a perder. É fácil para quem tem vencimentos chorudos vir à televisão pedir para que apertemos o cinto.
Chegou o momento de ajustar contas com o PS. Se este partido tivesse menos de 1% dos votos expressos nas últimas eleições, não teria a maioria e nunca teria tido a coragem de promover todas estas enormes afrontas . Somos 700 000, o equivalente a 14% dos votos nacionais expressos. Se nas próximas eleições, que são dentro de 5 meses, grande parte dos funcionários votarem em massa em todos os partidos excepto no PS, este partido não só não terá mais a maioria mas perderá as próximas eleições e será a oportunidade soberana de devolver ao Sr. Sócrates as amêndoas amargas que ofereceu aos funcionários públicos.
Colegas, quem foi capaz de aguentar a perseguição, a desmotivação, a perda de horizontes para a sua vida, sentir que pode ser despedido a qualquer momento com os mapas anuais de pessoal, também consegue nas próximas legislativas dirigir-se à sua assembleia de voto e votar a derrota do PS.
Em Portugal há partidos para todos os gostos, quer à direita quer à esquerda do PS, é só escolher; maiorias nunca mais. Os funcionários públicos, para além de terem a capacidade de retirarem a maioria ao PS, têm a capacidade de o derrotar, basta para isso que convençam metade dos maridos ou mulheres, metade dos seus filhos maiores, metade dos seus pais e um vizinho a não votar PS, e já são mais de 1 000 000.
Os Funcionários Públicos deverão estar unidos, esta união deverá ser para continuar,
e têm uma ferramenta poderosa ao seu alcance, a Internet, que nos põe em contacto permanente uns com os outros.
Façamos contas:
Se esta mensagem vai ser enviada a 10 colegas. Se cada um dos colegas enviar a mais 10 dá 100.
Se estes enviarem a mais 10 dá 1000. Se estes enviarem a mais 10 dá 10 000.
Se estes enviarem a mais 10 dá 100 000.
Se estes enviarem a mais 10 dá 1 000 000.
Assim se vê a nossa força. Não a menosprezes. Usa-a. Se não estarás cada vez pior como tens visto, sem esperares nenhuma alteração à situação que te foi criada.
Rapidamente todos os colegas e seus familiares ficarão a saber a informação que ela contém e a sua força.
O SEU FUTURO SÓ DEPENDE DE VOCÊ
ESTÁ NAS SUAS MÃOS
O FUTURO DE PORTUGAL NÂO EXISTE. ESSE É INERTE. EXISTE SIM O SEU FUTURO E ISSO DEPENDE DE VOCÊ.
CRIE A CORAGEM DE MUDAR.
NÂO VOTE NUMA BANDEIRA. VOTE NA CABEÇA QUE A LIDERA.
APRENDA A SER VOCÊ MESMO.
Começou oficialmente a campanha eleitoral dos FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS
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