segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Kissange

Chama-se Cristina Sant'Ana Costa, nasceu em Angola onde passou a sua infância e adolescência.
A beleza das paisagens angolanas parece ter inspirado esta poetisa ao longo de toda a sua obra literária, a qual tem sempre como cenário Angola.
Ainda durante os seus tempos de estudante no Liceu Gabela, ela publicou poesia em vários jornais e revistas
Em 1999 publicou o seu livro de poesia "Murmúrios do Búzio" e em 2001 publicou "Na origem profunda do meu ser", ambos esgotaram as respectivas primeiras edições. Em 2003 publicou "Kissange".
É plurifacetada nas actividades, cursos e gostos.
Estudou Medicina, tem o curso de Gestão Internacional de Negócios e Top Management. Colaborou em diversos órgãos de imprensa.
Ao escrever expresa a sua sensibilidade e um olhar atento ao que a circunda. Kissange é um reportório de recordações da sua Terra Natal.
Kissange é o nome de um instrumento musical, adoptado por todas as tribos angolanas. É constituída por caixa de ressonância e palhetas metálicas.

Kissange

Ritmo vibtrante
que nasce inebriante
acordando a noite...
Sem feiticeiros,
saltos,
despidos,
dispersos...
irrompem na cadência
da África misteriosa...
Kissange sem disfarce,
nu, doce e ardente,
mistura de carícia
em plácida harmonia...

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Entre o Sono e o Sonho

Entre o Sono e o Sonho - é o segundo volume da antologia de poesia contemporânea, editada pela Chiado Editora, uma editora jovem, mas que se tem transformado numa empresa de referência a nível nacional, no campo da edição.
Tal como o I volume desta antologia poética, o objectivo desta segunda é revelar a poesia de pessoas anónimas, muitas das quais com enorme talento para a poesia, mas a quem até agora nunca foram dadas possibilidades de revelar a sua criatividade poética.
Estas edições contam com a colaboração do Portal de Lisboa, cujos contactos são:

Telefone: 217266394

Fax: 217266396

correio.portallisboa@gmail.com

É uma oportunidade excelente para, a muito baixo custo e sem grandes preocupações poder editar os seus poemas que há muito estão na gaveta.

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Café Martinho da Arcada

Em plena Baixa de Lisboa, na rua da Alfândega, desde 1782, que o café Martim da Arcada tem sido palco de encontros culturais, turtúlias, etc. foi lá que Fernando Pessoa escreveu, possivelmente muitos dos bonitos poemas do seu hortónimo e dos seus hecterónimos. Lugar de passagem de muitos turistas, lisboetas e intelectuais portugueses e estrangeiros.
A câmara municipal de Lisboa, alterou os seus planos de trânsito, facto que levou a passarem cerca de 150 autocarros por hora junto àquele café, obrigando as pessoas a fugierem da esplanada e poluindo fortemente aquele local. Este facto, levou à diminuição de clientes, logo a prejuízos elevadíssimos daquele estabelecimento, ao ponto de o seu proprietário ponderar já o seu encerramento até ao fim do ano.
No Porto a câmara aprovou a privatização, com os votos favoráveis do PS, PSD e CDS, do Pavilhão Rosa Mota e do Palácio de Cristal, sendo estes espaços ocupados no futuro por empreendimentos turísticos.
Agora fala-se na privatização da mata que circunda o estádio nacional. Aquele espaço que é público, portanto de todos nós, passará a ser um campo de golfe, logo só de alguns.
De facto estes políticos que nos governam, sejam eles do governo ou das câmaras não têm princípios de ética e de dever público, são uns autênticos vendilhões do templo, ao aniquilarem o património público ou privado que tem como características o facto de ser património histórico, cultural ou natural. Para mim qualquer governo ou autarquia, independentemente da sua cor, que não respeite as pessoas, a natureza ou o património histórico, cultural ou natural, os quais fazem parte da soberania nacional, não serve, devendo ser substituídos logo que for possível.
Estamos a atravessar uma fase em que os governos e parte das autarquias são demasiado materialistas, preocupando-se apenas com as estatísticas, o crescimento dos grandes grupos económicos, com as obras de alcatrão e cimento armado e com o dinheiro e nada com as pessoas, o seu bem-estar e o seu modo de vida.
Deveríamos reflectir sobre isto, dado que no futuro as consequências desta forma de governar no presente serão catastróficas.
É por isso, que deveríamos apostar nos pensadores, não do dinheiro, pois para isso temos todos os dias os banqueiros e os economistas liberais na televisão, mas sim em pensadores do Homem.

sábado, 4 de julho de 2009

Campanha Eleitoral

Pedindo desde já desculpa por esta entrada, mas em breve voltarei aos livros e a falar de cultura. Sou um cidadão português que me interesso, pelo menos por enquanto com o futuro da nação, pelo que tomei a liberdade de digitalizar a mensagem que se segue:
Não pertenço a nenhum partido político, porém tenho as minhas preferências e assumo-me como um homem de esquerda socialista, mas sem ter nada a ver com o PS. Não pretendo participar na campanha eleitoral, no entanto fui um dos milhões de portugueses prejudicados por este governo que se limitou a salvar bancos e a apoiar grandes grupos económicos. Além disso, amigos meus pediram-me para divulgar o que se segue abaixo.
Apenas duas notas:
1. Não sou dono do voto de ninguém, mas aconselho o voto à esquerda do PS, eles nunca lá estiveram e pelo menos não defendem a privatização de tudo e o fim da função pública e das regras laborais.
2. A mensagem que se segue não deve ser só para os funcionários públicos, de facto muito atingidos, mas também para os funcionários das empresas privadas, agricultores, pequenos e médios empresários, comerciantes, artistas, desempregados, pessoas com deficiência, entre tantos outros atingidos. Vamos mostrar a estes que se dizem governar-nos e que se intitulam de socialistas, mas que estão de má fé para com as pessoas, estando sempre a legislar no sentido de nos prejudicar em como somos inteligentes e capazes de lhes dar uma lição de democracia.

A mensagem que me enviaram foi esta:
FUNCIONÁRIOS PUBLICOS e PSP - O TEU FUTURO SÓDEPENDE DE TI - LEI 12-A



O TEU FUTURO SÓ DEPENDE DE TI.

... assim chegará aos 700 000 funcionários públicos, que deixaram de o ser desde 1 de Janeiro de 2009 com a Lei 12-A.


Sr. Primeiro Ministro

É verdade, se o PS não tivesse a maioria, o Governo nunca teria tido a coragem de insultar publicamente os funcionários públicos, de fazer tudo para colocar a população contra nós, de alterar os direitos adquiridos para a aposentação, nem de aprovar o novo regime de Vínculos Carreiras e Remunerações que acaba com as carreiras, as garantias que tínhamos e os direitos adquiridos que tínhamos, que é um insulto a quem presta tão nobre serviço à Nação.
Não tinha procedido a despedimentos, para de seguida contratar novos colegas, com quem simpatiza mais.
Não tinha criado o SIADAP desta forma, para promover e contemplar quem dá graxa aos chefes, e impedido a carreira a quase todos os funcionários. Não chega uma vida inteira para chegar ao meio da carreira em muitas situações.
Não tinha criado um sistema de escolha dos dirigentes que fazem o que lhe interessa, podendo até serem de fora do sistema, acabando com os concursos e com as oportunidades para os que são já funcionários públicos experientes e reconhecidos.

NÃO TINHA DESTRUÍDO A FUNÇÃO PUBLICA, DEIXANDO O VAZIO, POIS ATÉ NEM SABE O QUE É, ESTA NOBRE FUNÇÃO DE SERVIR TODOS, INDEPENDENTE DAS RAÇAS, SITUAÇÃO SOCIAL E ASCENDÊNCIA FAMILIAR

As maiorias só favorecem os poderosos, as classes trabalhadoras que produzem riqueza saem sempre a perder. É fácil para quem tem vencimentos chorudos vir à televisão pedir para que apertemos o cinto.

Chegou o momento de ajustar contas com o PS. Se este partido tivesse menos de 1% dos votos expressos nas últimas eleições, não teria a maioria e nunca teria tido a coragem de promover todas estas enormes afrontas . Somos 700 000, o equivalente a 14% dos votos nacionais expressos. Se nas próximas eleições, que são dentro de 5 meses, grande parte dos funcionários votarem em massa em todos os partidos excepto no PS, este partido não só não terá mais a maioria mas perderá as próximas eleições e será a oportunidade soberana de devolver ao Sr. Sócrates as amêndoas amargas que ofereceu aos funcionários públicos.
Colegas, quem foi capaz de aguentar a perseguição, a desmotivação, a perda de horizontes para a sua vida, sentir que pode ser despedido a qualquer momento com os mapas anuais de pessoal, também consegue nas próximas legislativas dirigir-se à sua assembleia de voto e votar a derrota do PS.
Em Portugal há partidos para todos os gostos, quer à direita quer à esquerda do PS, é só escolher; maiorias nunca mais. Os funcionários públicos, para além de terem a capacidade de retirarem a maioria ao PS, têm a capacidade de o derrotar, basta para isso que convençam metade dos maridos ou mulheres, metade dos seus filhos maiores, metade dos seus pais e um vizinho a não votar PS, e já são mais de 1 000 000.

Os Funcionários Públicos deverão estar unidos, esta união deverá ser para continuar,
e têm uma ferramenta poderosa ao seu alcance, a Internet, que nos põe em contacto permanente uns com os outros.

Façamos contas:
Se esta mensagem vai ser enviada a 10 colegas. Se cada um dos colegas enviar a mais 10 dá 100.
Se estes enviarem a mais 10 dá 1000. Se estes enviarem a mais 10 dá 10 000.
Se estes enviarem a mais 10 dá 100 000.
Se estes enviarem a mais 10 dá 1 000 000.

Assim se vê a nossa força. Não a menosprezes. Usa-a. Se não estarás cada vez pior como tens visto, sem esperares nenhuma alteração à situação que te foi criada.

Rapidamente todos os colegas e seus familiares ficarão a saber a informação que ela contém e a sua força.



O SEU FUTURO SÓ DEPENDE DE VOCÊ

ESTÁ NAS SUAS MÃOS
O FUTURO DE PORTUGAL NÂO EXISTE. ESSE É INERTE. EXISTE SIM O SEU FUTURO E ISSO DEPENDE DE VOCÊ.

CRIE A CORAGEM DE MUDAR.

NÂO VOTE NUMA BANDEIRA. VOTE NA CABEÇA QUE A LIDERA.

APRENDA A SER VOCÊ MESMO.


Começou oficialmente a campanha eleitoral dos FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Michael Jackson

Morreu o rei da POP e um dos cantores que marcou a minha adolescência. A sua vida terrena acabou, talvez devido aos excessos, aos esquecimentos em relação à saúde, ao trabalho, mas a sua obra, sobretudo o seu disco - Thrller ficará para sempre, o que o imortalizará. Sou um dos muitos fãs do do planeta que fiquei consternado com esta morte inesperada. Eu sou um dos milhões de pessoas que acredito na imortalidade da alma, por isso, para mim, Michael Jackson apenas morreu fisicamente, pois a sua alma, essência, consciência estará algures em algum lado e a sua obra tornou-o imortal neste mundo.

Falando da Língua

http://falandodalingua.blogspot.com é um blogue da minha autoria que fala exclusivamente sobre assuntos relacionados com a língua portuguesa, para já apenas sobre a sintaxe. Os textos lá introduzidos têm por base a Nova Terminologia Linguística emanada do Ministério da Educação e que está em vigor nos programas do Ensino Secundário, vindo a estar igualmente em vigor no Ensino Básico, a partir do ano lectivo de 2010/2011.

sábado, 23 de maio de 2009

Henrique Bexiga

Henrique Bexiga- Contos da fase contemporânea - é o nome do meu terceiro livro.
Depois de: A vida e os horizontes da mudança, livro com treze contos, dos quais destaco - Viagem infindável, Quando desapareceu o ministro das finanças e No comboio. E Os doze rapazes - novela que espelha o actual clima negativo que se vive nas escolas portuguesas.
Nos sete contos deste livro, bem como as obras anteriores abordam temáticas tão reais como o exercer o poder pela negativa; o bem-estar, a felicidade, a liberdade, a injustiça o desemprego, a solidão, o endividamento, a injustiça, o sofrimento, a violência, o ambiente.
Apesar de escrever contos, e novelas focando questões sensíveis, tudo não passa de literatura, que alguns poderão considerar de intervenção e de crítica social e até política.
Não temo as consequências negativas devido àquilo que escrever, apenas escrevo literatura, muito embora muita dela seja de intervenção, porque não me quero limitar unicamente a escrever romances históricos, novelas românticas ou literatura intimista, emora tenha histórias de amor e de traição para escrever.
Sou um escritor independente, não sendo por isso, um escritor do sistema, dependente de grupos económicos, de partidos políticos ou de poderes mediáticos. Também não escrevo para me tornar famoso, sensacionalista, vaidoso. Pretendo unicamente que os meus livros sejam lidos, livros esses que me deram prazer a escrever e aos quais eu dediquei imenso tempo em frente ao computador sozinho, usando as mãos e as palavras que brotaram da minha mente.
Não temo as consequências de escrever alguma literatura de intervenção, até porque não pretendo ofender governos, pessoas ou outras instituições públicas ou privadas, apenas pretendo chamar à atenção para o estado depressivo e doentio em que vive a sociedade actual, para a pobreza cultural em que vivemos, a falta de valores e as consequências da injustiça e do sofrimento.
Não tenho medo das consequências, porque nunca tive facilidades na vida, aliás quem me conhece sabe que isso é verdade; em Portugal já tenho a ficha feita, mesmo sem ter cometido nenhum crime; não tenho aspirações políticas; não pretendo e se o pretendesse nunca chegaria a director de nenhuma empresa ou organismo público; no posto de trabalho que vou tentando manter, não estou à espera de grandes progressos; sou um simples e humilde cidadão do mundo, um homem do povo.
Os próximos livros da minha autoria são romances, os quais irão ser editados em finais deste ano ou o mais tardar em 2010. Como a escrita me dá liberdade e me faz feliz, irei continuar a escrever e a editar livros na editora Ecopy ou noutras editoras que aceitem trabalhar comigo.
Henrique Bexiga vai estar à venda a partir do final de Maio/início de Junho de 2009, no site da editora Ecopy: http://ecopy.macalfa.pt - pelo e-mail: encomendas.ecopy@macalfa.pt e em livrarias de referência entre as quais destaco: Livraria Leitura e lojas Ecopy no Porto, Livrarias Portugal e Apolo 70 em Lisboa, Livraria Infante no Funchal e Livraria Americana em Leiria. Agradeço desde já a todos os que leram os meus livros e aos que lerem este que acaba de sair e os próximos, os quais serão anunciados oportunamente neste blogue e noutros locais da Internet.